<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784</id><updated>2012-02-16T06:02:43.750-08:00</updated><category term='Comentários: questões de 1 a 47.'/><category term='SEMÂNTICA'/><category term='Pronome relativo'/><category term='CONCORDÂNCIA NOMINAL'/><category term='Questões envidas por alunos'/><category term='95 a 119: Comentário das questões'/><title type='text'>Português comentado</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>24</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-4442948314395328808</id><published>2010-03-13T08:17:00.000-08:00</published><updated>2010-03-13T08:19:00.283-08:00</updated><title type='text'>Concordância Verbal – Comentários</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Concordância Verbal – Comentários&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;220) Letra C&lt;br /&gt;O verbo haver, com o sentido de existir ou indicando tempo, não admite plural. Isso é respeitado nas letras a e d. Na letra b, o verbo é existir, que vai normalmente ao plural. O gabarito é a letra c, porque se poderia fazer a troca para "Não existiriam". Nesse caso, o verbo haver não se flexiona. Diga-se, então, "Não haveria..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;221) Letra C&lt;br /&gt;As opções a e b estão corretas pois o auxiliar do verbo haver está no singular. O gabarito é a letra c porque o auxiliar de existir deve ir ao plural, caso o sujeito esteja no plural. O sujeito da oração é pessoas sensatas, plural. Na letra d, não há erro uma vez que foi feita uma concordância atrativa com o primeiro núcleo do sujeito composto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;222) Letra D&lt;br /&gt;O auxiliar de haver, sendo este impessoal, não vai ao plural; já o auxiliar de existir deve concordar com o sujeito. Por isso, estão corretas as duas primeiras frases. Na terceira, que está correta, temos o verbo fazer indicando tempo decorrido (observe que ele está seguido de uma oração começada por que). A resposta é, portanto, a letra d, pois o verbo equivale a existir (existam), devendo ficar no singular: "Espero que haja novas oportunidades."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;223) Letra B&lt;br /&gt;Nas três primeiras opções, o verbo é transitivo direto, e o se é uma partícula&lt;br /&gt;apassivadora; o termo que parece objeto direto é, na realidade, o sujeito. Na letra b, que é a resposta, o verbo não está concordando com o sujeito chaves. Não se esqueça da troca: Chaves são feitas. Na letra d, como o verbo é transitivo indireto, o se é símbolo de indeterminação do sujeito; sendo assim, o verbo fica sempre na 3ª pessoa do singular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;224) Letra B&lt;br /&gt;As letras a e d estão corretas, pois o se é partícula apassivadora, e o verbo está no plural, para concordar com o sujeito. As letras b e c são parecidas; o verbo ler, que aparece nas duas, é transitivo direto na b, sendo então o se uma partícula apassivadora.&lt;br /&gt;Veja a troca: Revistas já não são lidas como antigamente. Então, corrija-se para "Já não se lêem revistas como antigamente. Na letra c, o se é símbolo de indeterminação do sujeito, e o verbo, que é intransitivo, tem de ficar no singular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;225) Letra D&lt;br /&gt;As três primeiras frases têm verbos transitivos diretos; nas três, o se é partícula apassivadora, e os verbos deveriam ir ao plural. A última frase está correta, já que o verbo obedecer é transitivo indireto, sendo às leis o seu objeto indireto. Dessa forma, o verbo fica na 3ª pessoa do singular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;226) Letra D&lt;br /&gt;As duas primeiras frases estão corretas, sendo que a segunda admite a variante "Sou eu quem pergunto". Na letra c, o verbo fazer não indica tempo decorrido, como parece; ele significa completar e tem sujeito, com o qual concorda (os garotinhos). A resposta é a letra d, que apresenta o verbo haver impessoal, com o auxiliar (estão) no plural; a inversão da frase (objeto direto antes do verbo) confunde um pouco, porém o que se deve notar é o sentido de haver (existir), caso em que a locução verbal não pode estar no plural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;227) Letra C&lt;br /&gt;Na letra a, o verbo bater concorda com o sujeito (O sino da matriz), o mesmo&lt;br /&gt;ocorrendo na letra d, cujo sujeito é dez horas. Na letra c, houve uma concordância atrativa com a palavra eu, núcleo do sujeito mais próximo do verbo. O erro está na letra c, pois voltastes é plural (vós). A concordância gramatical seria voltamos, e a atrativa, voltaste (tu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;228) Letra D&lt;br /&gt;Na letra a, ocorreu uma concordância atrativa (poderia ser "trabalhamos"). Na b, o se é partícula apassivadora, e o verbo concorda normalmente com o sujeito (boas histórias). Na c, a palavra quem está levando o verbo à terceira pessoa, mas poderia ser discursariam. A resposta é a letra d, porque o verbo deve concordar com o artigo que integra o nome do livro; o certo é pertencem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;229) Letra D&lt;br /&gt;A questão se baseia na regra do emprego de dois pronomes. Na letra a, que está correta, também se poderia dizer serão, concordando com quais. Nas outras três opções, o primeiro pronome está no singular (qual, cada um e algum), o que deixa o verbo obrigatoriamente no singular. Por isso o gabarito é d. O afastamento do sujeito e do verbo pode ser um problema em prova. O que interessa é que o primeiro pronome é singular (algum). Portanto, o correto é veio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;230) Letra D&lt;br /&gt;As quatro frases, evidentemente, estão corretas, mas uma delas admite a variação de plural. Na primeira, temos o verbo haver impessoal, que não admite o plural. Na segunda, o sujeito, embora um coletivo, é singular. Na terceira, a palavra se é empregada com um verbo que pede preposição: é um símbolo de indeterminação do sujeito. Na letra d, que é a resposta, a expressão um e outro admite tanto o singular quanto o plural; assim, pode-se dizer também gostariam de assinar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;231) Letra A&lt;br /&gt;Emprego do verbo ser. A única frase correta é a da letra a, pois, sendo o sujeito aquilo, a concordância pode ocorrer com ele ou com o predicativo: seria ou seriam. Na b, a concordância tem de ser com o pronome pessoal. Na c, o verbo indica tempo, devendo concordar com o numeral uma. Na d, há uma idéia de quantidade, e o verbo ser não se flexiona; o certo é é muito pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;232) Letra D&lt;br /&gt;A resposta é a letra d, uma vez que o núcleo do sujeito é presença, singular. Corrija-se para mostra. O perigo é o tamanho da frase, com o afastamento que existe entre sujeito e verbo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;233) Letra C&lt;br /&gt;A letra c é a resposta, porque na frase variante aparece no relógio da praça, adjunto adverbial de lugar. O verbo concorda com o sujeito, não com o adjunto. Se fosse O relógio da praça, teríamos soou. Na letra d, temos como sujeito a expressão a maioria dos candidatos, que pode levar o verbo ao singular (concordando com maioria), ou ao plural (concordando com candidatos). Observe que o se é partícula apassivadora. Pode-se dizer: "A maioria dos candidatos é esperada" ou "A maioria dos candidatos são esperados".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;234) Letra C&lt;br /&gt;Na letra a, podem ser empregadas as duas, o mesmo se dando com a letra b. Na letra c, gabarito da questão, o verbo haver significa existir; seu auxiliar (há) deve ser usado apenas no singular. Na letra d, só podemos empregar a segunda palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;235) Letra D&lt;br /&gt;É uma questão bem difícil. O gabarito é a letra d, pois o sujeito do verbo ser é a oração do infinitivo. Se perguntarmos: "O que foi possível?", responderemos: "Encontrar inscrições latinas". Mas vamos escrever a frase numa outra ordem, mais lógica. Veja abaixo.&lt;br /&gt;Foi-nos possível encontrar inscrições latinas. Escrita dessa forma, a frase não apresenta risco algum.Então, mudando a ordem dos termos, podemos dizer: "Inscrições latinas que nos foi possível encontrar". É inadmissível foram possíveis, concordando com inscrições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;236) Letra D&lt;br /&gt;Uma questão tradicional da banca da Esaf. A letra d contém um erro de concordância verbal. O programa é o sujeito do verbo contou, por isso mesmo no singular, mas também é do verbo eram avaliados. O que está escrito é "O programa... eram avaliados". Claro que o correto é "O programa era avaliado".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;237) Letra C&lt;br /&gt;O único verbo que não é transitivo direto é o da opção c: proceder é transitivo indireto, exigindo a preposição a, quando significa dar início. Então, aos levantamentos, introduzido por preposição, não pode ser o sujeito da oração, ficando o verbo na terceira pessoa do singular: “Procedeu-se aos levantamentos”. O se é símbolo de indeterminação do sujeito; nas outras quatro opções, partícula apassivadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;238) Letra D&lt;br /&gt;Minas Gerais é nome de um estado brasileiro: leva o verbo ao singular. No entanto, se usarmos o artigo as, que a palavra permite, a concordância passará a ser feita com ele: “As Minas Gerais são um belo estado”. Tu e eu é o mesmo que nós, daí o verbo na primeira pessoa do plural. O pronome quem, na opção c, pode levar o verbo à terceira pessoa do singular ou a concordar com o antecedente: “Fui eu quem leu a carta” ou “Fui eu quem li a carta”. Já o pronome que só pode concordar com o antecedente. Corrigindo-se a frase da opção d, teríamos: “Fui eu que li a carta”. Na opção e, temos o verbo ser indicando tempo, quando, então, concorda com o numeral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;239) Letra C&lt;br /&gt;Na alternativa c, o verbo parecer está indevidamente no plural, porque a oração seguinte é o seu sujeito. O correto é “Todas as coisas parece que afetam a nossa vida, como se vê na opção b. Também não pode flexionar-se se está seguido de infinitivo plural. Fica errado, por exemplo, “Eles parecem brincarem”. Corrigindo, teríamos: “Eles parecem brincar” ou “Eles parece brincarem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;240) Letra B&lt;br /&gt;Na opção a, a expressão um dos que permite que o verbo fique no singular. Na c, encontramos o verbo ser tendo como sujeito o pronome tudo; a concordância pode ser com esse pronome ou com o predicativo. Na d, temos um caso se silepse de número: o verbo decidiram está no plural, apesar de conselho, a que se refere, ser singular; evidentemente, poderia ser singular. Na e, acodem pode também concordar com o núcleo do sujeito, já que ele é um tipo de coletivo. O gabarito é a letra b, porque o verbo haver, ali, significa obter e tem como sujeito os sentenciados, plural; não há sentido em dizer-se “Os sentenciados houve do poder público...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;241) Letra D&lt;br /&gt;Na letra a, deve-se dizer é necessário, para concordar com funcionamento. Na b, é a área que se submete às divisões e subdivisões; por isso, o correto é se submete. Na c, o certo é acaba, concordando com aplicação. Na e, o auxiliar do verbo haver, este com o sentido de existir, não pode ir ao plural; corrija-se para tampouco pode haver modelos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;242) Letra A&lt;br /&gt;O verbo haver, significando existir, é impessoal, não admitindo plural. O certo é havia estercos diversos. Nas outras opções, os verbos concordam normalmente com o sujeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;243) Letra B&lt;br /&gt;Na letra a, encontramos o verbo parecer empregado com infinitivo, que está no plural para concordar com seu sujeito, que é menos pessoas. Dessa forma, o verbo parecer tem de ficar no singular. Outra opção de construção é “Hoje parecem chegar menos pessoas”, situação em que temos apenas uma oração, sendo parecem chegar uma locução verbal. Também são locuções verbais: hão de existir, têm de surgir e podem afluir, todas com o auxiliar no plural para concordar com o sujeito. Na opção b, que é o gabarito, flexionou-se o infinitivo, e não o verbo auxiliar, o que é errado. Corrigindo: Hoje devem aparecer menos pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;244) Letra C&lt;br /&gt;A questão se baseia no emprego da palavra se. Na letra c, o verbo estendesse é transitivo direto (quem estende estende alguma coisa), sendo a palavra se uma partícula apassivadora. Note que se pode dizer “que as providências fossem estendidas”. Então, o correto é dizer “Foi necessário que se estendessem as providências..”, pois o sujeito da oração é as providências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;245) Letra D&lt;br /&gt;Na opção d, o verbo haver significa existir, sendo, assim, impessoal. Então o verbo auxiliar deve ser também singular. Corrigindo: Eles sabiam que devia haver punições...”&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-4442948314395328808?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/4442948314395328808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=4442948314395328808' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/4442948314395328808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/4442948314395328808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2010/03/concordancia-verbal-comentarios.html' title='Concordância Verbal – Comentários'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-1214350471052745712</id><published>2010-03-09T07:11:00.000-08:00</published><updated>2010-03-09T07:12:07.548-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SEMÂNTICA'/><title type='text'>RESOLUÇÃO SEMÂNTICA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;352) Letra C&lt;br /&gt;Esta questão e as cinco seguintes são de homônimos e parônimos. Vou relacionar, em todas elas, os principais significados das palavras. Decore o mais que puder, está bem?&lt;br /&gt;Eminente − destacado, importante; iminente − prestes a acontecer&lt;br /&gt;Acender − pôr fogo; ascender − elevar-se&lt;br /&gt;Cozer − cozinhar; coser − costurar&lt;br /&gt;Senso − juízo; − censo − pesquisa de opiniões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;353) Letra C&lt;br /&gt;Retificar − corrigir; ratificar − confirmar&lt;br /&gt;Emergirá − sairá, surgirá; imergirá − entrará, afundará&lt;br /&gt;Desapercebido − desprevenido; despercebido − sem ser notado&lt;br /&gt;Cervo − veado; servo − serviçal, escravo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;354) Letra D&lt;br /&gt;Diferir − ser diferente, adiar; deferir − aprovar, aceitar&lt;br /&gt;Estadia − tempo em que o navio fica no porto; estada − permanência de alguém&lt;br /&gt;Vultuosa − inchada e vermelha; vultosa − grande&lt;br /&gt;Dispensa − licença, demissão; despensa − estoque de alimentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;355) Letra B&lt;br /&gt;Azado − oportuno, propício; asado − com asas&lt;br /&gt;Fluir − correr, manar; fruir − desfrutar&lt;br /&gt;Apóstrofo − tipo de sinal gráfico; apóstrofe − chamamento&lt;br /&gt;Peão − tipo de trabalhador; pião − tipo de brinquedo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;356) Letra C&lt;br /&gt;Infringiu − transgrediu; infligiu − aplicou&lt;br /&gt;Assoar − limpar o nariz; assuar − vaiar&lt;br /&gt;Arrochar − apertar; arroxar − ficar roxo&lt;br /&gt;Fragrante − perfumado; flagrante − evidente, o ato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;357) Letra D&lt;br /&gt;Concerto − harmonia; conserto − reparo&lt;br /&gt;Cerração − nevoeiro; serração − ato de serrar&lt;br /&gt;Prescrever − receitar, expirar (o prazo); proscrever − afastar&lt;br /&gt;Mandato − procuração; mandado − ordem judicial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;358) Letra C&lt;br /&gt;O texto apresenta um aspecto extremamente negativo do Brasil, em uma determinada época. Assim, estar preocupado com a situação do país é uma conseqüência, não tendo cabimento a alternativa c. Ela caberia, se em vez de apesar disso a expressão introdutória fosse por causa disso ou semelhantes.&lt;br /&gt;359) Letra A&lt;br /&gt;Questão de sinonímia, mais precisamente de significado de locuções adjetivas. O radical das palavras às vezes muda muito. Não há o que comentar. É uma questão de dicionário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;360) Letra B&lt;br /&gt;Semelhante à anterior. Procure gravar o significa das palavras. Na dúvida, um bom dicionário resolve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;361) Letra D&lt;br /&gt;A palavra amargas não pode ser entendida ao pé da letra, pois palavras não podem ser amargas, já que não se pode sentir o gosto de uma palavra. Esse emprego especial se chama conotação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;362) Letra D&lt;br /&gt;Ratificar e retificar são palavras muito parecidas que as pessoas costumam trocar; são, portanto, parônimos. Mas a letra b pode confundir. O sc de ascender é dígrafo, ou seja, duas letras representando um único som. Assim, já que as duas têm a mesma pronúncia e grafias diferentes, trata-se de homônimos homófonos, e não de parônimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;363) Letra D&lt;br /&gt;O emprego normal, dicionarizado, primitivo de uma palavra é conhecido como denotação. Na opção a, sangüínea tem valor conotativo. Na b, gemia. Na c, elefante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;364) Letra D&lt;br /&gt;A palavra doces tem valor conotativo. Doce é algo que se come ou se bebe. Lábio, ao pé da letra, não é doce. Isso é um modo carinhoso, poético de falar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;365) Letra B&lt;br /&gt;A palavra sela significa arreio; é isso que se põe no lombo do animal, para que se possa montar. Colocar uma cela nas costas do bichinho é uma maldade muito grande: vai quebrar sua espinha dorsal. Cela é um quarto pequeno, um cubículo. Veja abaixo o sentido das demais.&lt;br /&gt;Caçar − perseguir; cassar − anular&lt;br /&gt;Conjetura − hipótese; conjuntura − situação, ocorrência&lt;br /&gt;Sidra − uma certa bebida; cidra − uma certa fruta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;366) Letra B&lt;br /&gt;Lactente é quem mama, ou seja, a criança. Lactante é quem dá de mamar, isto é, a mãe. Veja a seguir o sentido das demais.&lt;br /&gt;Fruir − desfrutar; fluir − correr, manar&lt;br /&gt;Lustre − tipo de luminária; lustro − cinco anos, brilho&lt;br /&gt;Proscrever − afastar; prescrever − receitar, expirar (o prazo)&lt;br /&gt;367) Letra A&lt;br /&gt;Sentido das demais palavras: cerval (de veado), ebóreo (de marfim), níveo (de neve), vulturino (de abutre).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;368) Letra D&lt;br /&gt;Sentido das demais: onírico (de sonho), sulfúrico (de enxofre), rupestre (de&lt;br /&gt;rocha), uxoriano (de esposa), leporino (de lebre).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;369) Letra D&lt;br /&gt;Em virtude disso estabelece uma relação de causa e conseqüência. A expressão confere coerência à última frase porque resolver morar na Europa é uma conseqüência de o Brasil ser um país de desigualdade social. As outras, em função da má escolha dos conectores, estão sem coesão e incoerentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;370) Letra A&lt;br /&gt;A oração “que acordou a família inteira” expressa uma conseqüência em relação à primeira, que, então, é a sua causa. Se invertermos, a conjunção a ser utilizada tem de ser causal: porque, uma vez que, já que, pois etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;371) Letra C&lt;br /&gt;Se observarmos bem, as duas alternativas iniciais têm o mesmo significado. Não importa, porque o verbo derrapa não está usado com seu sentido normal de escorregar, deslizar. Ele tem, aqui, valor conotativo, figurado: um processo, ao pé da letra, não derrapa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;372) Letra D&lt;br /&gt;Na primeira frase da opção d, diz-se que os animais são de todos os feitios, ou seja, de todos os tipos; na reescrita, as estampas coloridas é que passam a ser de todos os feitios. É claro que há mudança de sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;373) Letra E&lt;br /&gt;As palavras pertencem a um mesmo campo semântico quando se associam por&lt;br /&gt;alguma característica. Arsenal, armas, guerra e combater têm relação de sentido. Todas lembram, por exemplo, violência. Inveja, como se diz popularmente, não tem nada a ver com a história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;374) Letra A&lt;br /&gt;Essa questão elaborada pela Esaf deve ter derrubado muitos candidatos, principalmente por causa da última palavra. Areópago, com inicial maiúscula, era o nome de um famoso tribunal da Grécia antiga. Por extensão de sentido, passou a ser usada como sinônimo de tribunal, grafada, então, com inicial minúscula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;375) Letra D&lt;br /&gt;Questão de sinônimos. A possibilidade de confusão está entre as opções c e d.&lt;br /&gt;Depreciativo é que tira o valor (diminui o preço). Corresponde a desvalorativa.&lt;br /&gt;Caluniosa diz respeito a uma inverdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;376) Letra E&lt;br /&gt;Questão comuníssima nas provas da Esaf. Há uma maneira bem prática de resolvê-la. Procure ver quais as frases que não poderiam ser o início de um texto. Procure as palavras que pedem, necessariamente, algo antes, o que vai levar você a deduzir que essa frase não pode iniciar o texto. Vejamos, pois. Na primeira, o pronome ela me diz que algo apareceu antes; quem é ela, afinal de contas? Na segunda, o emprego de Mas me garante que algo foi escrito antes. Na terceira frase, nada existe que remeta o leitor para alguma coisa citada anteriormente; em outras palavras: essa frase pode ser o início de um texto, ou seja, vai ganhar o número 1 nos parênteses. Na quarta frase, a expressão em decorrência disso me dá a certeza de que algo foi escrito antes. Na última, o&lt;br /&gt;pronome átono a (em ajudá-la) também me dá a certeza de que existem informações anteriores. Percebe-se, então, que só a terceira frase pode ser o início de um texto. Nas opções dadas, apenas a última tem o número 1 em terceiro lugar, exatamente como nas frases do enunciado. Isso garante que a resposta só pode ser a letra e, sem necessidade de se colocar em ordem as frases, o que dá muito trabalho. Geralmente, com esse processo, fica-se entre duas alternativas, o que já facilita bastante, porque você terá que fazer apenas duas tentativas, ganhando muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;377) Letra D&lt;br /&gt;Questão de vocabulário, indiscutível. A expressão cerca de significa aproximadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;378) Letra A&lt;br /&gt;A palavra meios do enunciado quer dizer modos, maneiras. Na opção a, pode-se dizer “Não há modos de educarmos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;379) Letra D&lt;br /&gt;A expressão de tradição está ligada a um substantivo. É impossível que ela corresponda a um advérbio, pois advérbio não se liga a substantivo. O adjetivo seria tradicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;380) Letra C&lt;br /&gt;A palavra mesmo tem vários significados. Só se pode falar de sinônimos dentro de frases. Nesta, mesmo inclui a expressão sem palavras de ordem. Assim, corresponde a inclusive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;381) Letra A&lt;br /&gt;A preposição de tem vários valores. Na frase dada, indica a posse da casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;382) Letra E&lt;br /&gt;Outra questão bastante comum nas provas da Esaf. O texto fala das pessoas que se opõem aos direitos humanos, inclusive defendendo a tortura. Assim, a letra e fica incoerente, no momento em que afirma que eles “sempre lutam contra essa apologia da barbárie”. Não, eles lutam por essa apologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;383) Letra C&lt;br /&gt;O verbo reivindicar tem vários sentidos. No texto, não há dúvida alguma, ele tem exatamente o sentido da alternativa c.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;384) Letra B&lt;br /&gt;Questão confusa. Inépcia é falta de aptidão, de inteligência; pode ser idiotice&lt;br /&gt;idiotismo. Mas, no texto, a inépcia é a falta de aptidão, ou seja, competência para cumprir tarefas simples. A melhor opção fica sendo, mesmo, a b.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;385) Letra B&lt;br /&gt;Poder refletor é o que reflete, ou seja, é o agente. Espetáculo refletido é aquele que sofreu a ação de refletir; é, pois, o paciente. Pode-se entender também de outra forma: o sufixo or indica o agente; o particípio, o paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;386) Letra B&lt;br /&gt;Questão de vocabulário, indiscutível. Jaez significa tipo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;387) Letra A&lt;br /&gt;Infrene é sem freio, desenfreado, descomedido. Estólida é parva, idiota, estúpida. Fado, no texto, assume o valor de destino.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-1214350471052745712?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/1214350471052745712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=1214350471052745712' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/1214350471052745712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/1214350471052745712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2010/03/resolucao-semantica.html' title='RESOLUÇÃO SEMÂNTICA'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-886336117016945900</id><published>2010-03-09T07:09:00.000-08:00</published><updated>2010-03-09T07:11:13.917-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='CONCORDÂNCIA NOMINAL'/><title type='text'>resolução CONCORDÂNCIA NOMINAL</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;246) Letra D&lt;br /&gt;A questão, bem simples, trata de concordância gramatical e concordância atrativa. Na primeira, há uma concordância gramatical: velhos concorda com os dois substantivos; também se poderia dizer livro e revista velha. Nas letras b e c, as palavras bonito e antiga estão concordando por atração; também se poderia dizer bonitos e antigos. Na letra d, há um erro, pois, com a palavra homem presente, a concordância gramatical só pode ser distraídos; a atrativa seria distraída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;247) Letra B&lt;br /&gt;Na letra a, a palavra bastantes é pronome adjetivo indefinido e está concordando com verdades. A frase da letra b está errada, uma vez que a palavra quite só se refere a uma pessoa: eu; nesse caso, ela fica no singular. Alerta e menos, que aparecem a seguir, estão bem empregados, pois são invariáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;248) Letra D&lt;br /&gt;Na letra a, a palavra nenhum, que é um pronome adjetivo indefinido, concorda com o substantivo a que se refere: motivos. Bastante, que vem após, é advérbio, porquanto está modificando um adjetivo. A palavra obrigada concorda com mulher, a pessoa que agradece. O erro está na letra d, já que o adjetivo leso deve concordar com o substantivo a que aparece ligado no nome composto; corrija-se para leso-cristianismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;249) Letra C&lt;br /&gt;Na letra a, não se justifica o emprego de velhos, masculino plural, pois os três substantivos são femininos; diga-se velhas (concordância gramatical) ou velha (concordância atrativa). A palavra mesmo deve concordar com o termo a que se refere; assim, o correto na letra b é mesmas. Na letra c, não há erro, pois esperançoso está concordando só com a palavra rapaz; observe que o verbo também está concordando por atração. Na letra d, o adjetivo deve ir ao masculino plural, por causa da presença da palavra filho; aqui, não cabe a atrativa, já que o verbo está no plural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;250) Letra D&lt;br /&gt;Anexo é adjetivo. Na letra a, ele concorda com o substantivo fotocópias. Na letra b, temos a locução em anexo, que é invariável. Na letra c, está concordando com um masculino (requerimento) e um feminino (certidão), por isso o masculino plural; também se poderia fazer a concordância atrativa: Está anexa a certidão e o requerimento.&lt;br /&gt;O erro está na letra d, onde anexo deixou de concordar com foto; o certo é anexa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;251) Letra B&lt;br /&gt;Questão muito difícil. O gabarito é a letra b: a palavra possível concorda com o artigo; o certo é possível, ou possíveis, trocando o o por as. A letra c é perigosa, maldosa mesmo, diria; acontece que a palavra anexo, na frase, não é o adjetivo, que teria de concordar com um substantivo, mas trata-se do verbo anexar: "Eu anexo ao requerimento..."; dessa forma, a frase não contém erro de concordância nominal. Para complicar a questão ainda mais, muita gente acha que a palavra quite é sempre plural; não é verdade, como já vimos. E a palavra bastante, que muitos acham que é invariável, na frase aparece no plural, por se tratar de um pronome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;252) Letra C&lt;br /&gt;As quatro frases apresentam substantivo sem artigo: maçã, atenção, interferência e música. Nesse caso, o adjetivo deve ficar no masculino singular. Na letra c, isso não ocorreu, tendo o adjetivo se flexionado indevidamente; corrija-se para "Não será permitido interferência de ninguém" ou "Não será permitida a interferência de ninguém".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;253) Letra C&lt;br /&gt;Na letra a, temos o adjetivo longe, no plural para concordar com terras; geralmente, longe é advérbio, não se flexionando, mas na frase ele acompanha um substantivo, portanto deve concordar com ele. A palavra monstro é um substantivo empregado no lugar de um adjetivo (monstruosa); sempre que isso ocorre, a palavra não varia, qualquer palavra, não apenas monstro. A resposta é a letra c, pois tal qual é variável; o correto é tais qual. E o todo da palavra todo-poderoso é invariável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;254) Letra D&lt;br /&gt;Observe bem o enunciado. Na letra a, a segunda palavra pode ser empregada, mas também a primeira. Quanto leva a palavra possível ao singular. Nem um nem outro exige substantivo no singular. O erro está na letra d, porquanto a palavra meio deve concordar com o substantivo palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;255) Letra B&lt;br /&gt;A palavra sós da letra a quer dizer sozinhos, e a da letra c, somente. Na expressão meio-dia e meio, meio é numeral e se refere a hora, oculta; assim, devemos corrigir para meio-dia e meia. Na letra d, o advérbio meio foi usado como invariável, o que é mais aconselhável atualmente. Não se esqueça do que foi dito sobre a possível e polêmica flexão do advérbio meio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;256) Letra A&lt;br /&gt;O erro está na letra a porque a palavra que indica cor, quando representada por substantivo, é invariável; musgo é um substantivo, devendo-se dizer blusas verdemusgo. Creme é substantivo, portanto invariável. Em verde-azuladas, temos um adjetivo composto, flexionando-se a segunda palavra. Azul-celeste é um composto invariável, da mesma forma que azul-marinho.&lt;br /&gt;257) Letra B&lt;br /&gt;O que poderia enganar nesta questão é a palavra pseuda-esfera, isso porque pseudo não é uma palavra, e sim um prefixo, e prefixo é elemento invariável: não existe pseuda; por isso, o gabarito é a letra b.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;258) Letra B&lt;br /&gt;A palavra vermelho-sangue é invariável, pois apresenta como um de seus componentes o substantivo sangue. Nenhum é palavra variável, estando errada então a opção b; corrija-se para Assuntos nenhuns. Qualquer é pronome adjetivo indefinido e concorda com o seu substantivo, mas sua flexão se faz no meio. A palavra sós refere-se a elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;259) Letra C&lt;br /&gt;A palavra anexo, na opção a, está concordando por atração com o substantivo&lt;br /&gt;recibo, que é o mais próximo. O adjetivo bom está no masculino porque a palavra dificuldade foi empregada sem o artigo a. A palavra meias concorda com o substantivo verdades, ao qual se liga na frase. O gabarito é a letra c, porque a palavra qual, na expressão tal qual, deve concordar com o segundo membro da comparação, que é vizinhos. Frase certa: “Aquele menino era tal quais os vizinhos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;260) Letra A&lt;br /&gt;Bastante e nenhum são pronomes adjetivos e estão concordando com os substantivos a que se ligam: colegas e diretores. Já a expressão um e outro exige substantivo no singular: funcionário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;261) Letra A&lt;br /&gt;A única frase em que bastante não acompanha substantivo é a da letra a. Ali, sua ligação é com o adjetivo admirados, sendo, então, um advérbio de intensidade; invariável, portanto. Corrija-se para “Ficaram bastante admirados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;262) Letra D&lt;br /&gt;Nas letras a e b, houve concordância atrativa, respectivamente com terra e filho. Na letra c, o adjetivo concorda com os dois substantivos, portanto masculino plural. A opção d é a resposta, pois não se justifica o feminino plural se a palavra filho está presente. Na letra e, o adjetivo está no masculino plural, já que se refere a um masculino e um feminino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;263) Letra E&lt;br /&gt;Questão difícil. Na letra a, clara concorda com posição. Na b, claros concorda com pontos de vista. Na c, clara concorda por atração com posição. Na d, claras concorda com posição e argumentação, duas palavras femininas. O gabarito é a letra e, porque o adjetivo claros está se referindo a toda uma oração: serem estes meus argumentos sobre o assunto; quando isso ocorre, o adjetivo não pode flexionar-se; o certo é "Quero tornar claro para o leitor serem estes meus argumentos sobre o assunto".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;264) Letra D&lt;br /&gt;Na letra a, o adjetivo anexo deve concordar com formulários: anexos. Na b, o adjetivo caro deve concordar com camisa: ela está muito cara. Na c, a palavra bastante é um advérbio de intensidade, pois se liga ao adjetivo; não pode ir ao plural. O gabarito é a letra d, porque sós é adjetivo, equivalendo a sozinhas. Na letra e, o adjetivo pronto tem de concordar com o substantivo preparativos. Corrija-se: "Estando prontos os preparativos..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;265) Letra D&lt;br /&gt;Alerta é invariável. A palavra vitamina está sem artigo definido, por isso se diz bom, e não boa. Na expressão meio-dia e meia, meia refere-se a hora, que fica normalmente subentendida. Por isso é errado dizer meio-dia e meio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;266) Letra E&lt;br /&gt;Uma questão que envolve concordância gramatical e concordância atrativa. Na opção e, que é o gabarito, a palavra trancadas está errada pois qualifica um masculino e um feminino; deveria ser trancados, já que existe a predominância do masculino. Ou, então, trancado, concordância atrativa, por causa de peito, substantivo mais próximo, desde que o verbo fique no singular (conserva-se trancado...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;267) Letra A&lt;br /&gt;As questões que envolvem concordância gramatical e concordância atrativa são muito comuns. Nesta, a letra a apresenta erro porque, havendo um masculino, a palavra asseio, não se pode usar o feminino plural, necessárias. A concordância gramatical é asseio e alimentação necessários, e a atrativa, asseio e alimentação necessária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;268) Letra D&lt;br /&gt;A palavra menos, mesmo que seja pronome adjetivo, como neste caso, não admite a forma feminina. Não existe menas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;269) Letra A&lt;br /&gt;A palavra mesmo concorda com o substantivo ou pronome a que se refere, no caso elas: elas mesmas. A palavra anexo é adjetivo, devendo concordar com o substantivo a que se liga, no caso atestados: atestados anexos. Bastante, ligando-se a substantivo, é variável em número: instrumentos bastantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;270) Letra D&lt;br /&gt;O adjetivo imperioso está qualificando revisão, daí o correto ser imperiosa: revisão imperiosa. Já a palavra vista, da expressão haja vista, é invariável, ou seja, não existe a forma do masculino: visto. É errado dizer ou escrever haja visto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;271) Letra A&lt;br /&gt;Na opção a, o adjetivo reformadas está errado porque se refere a viaduto e passarela, ou seja, um masculino e um feminino. Por causa da prevalência do&lt;br /&gt;substantivo, deveria ser reformados. Na letra e, o problema não é de concordância atrativa. Temos, ali, dois adjetivos, social e econômico, referentes a um único substantivo. Nesse caso, o substantivo tem de ser plural, mantendo-se os adjetivos no singular. Veja outro exemplo: os impostos municipal e estadual.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-886336117016945900?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/886336117016945900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=886336117016945900' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/886336117016945900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/886336117016945900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2010/03/resolucao-concordancia-nominal.html' title='resolução CONCORDÂNCIA NOMINAL'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-2499473487151352742</id><published>2010-02-09T08:01:00.001-08:00</published><updated>2010-02-09T08:01:50.681-08:00</updated><title type='text'>162 a 189: Comentários questões</title><content type='html'>COMENTÁRIOS 162 a 189&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;162) Letra C&lt;br /&gt;Nas opções a, b e d, o sujeito é simples: a prova, ajuda (ajuda é pedida; se: partícula apassivadora), a cadeira. Na alternativa c, temos um caso de indeterminação do sujeito: verbo transitivo indireto usado com o símbolo de indeterminação se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;163) Letra D&lt;br /&gt;Pela ordem, temos o seguinte: verbo de fenômeno da natureza (ventar), verbo haver significando existir e verbo ser na indicação de tempo. Já na opção d, o sujeito é um elemento (simples), aparecendo depois do verbo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;164) Letra C&lt;br /&gt;O objeto direto é o termo que completa o sentido de um verbo transitivo direto, que é aquele que não exige preposição, embora ela às vezes possa aparecer (objeto direto preposicionado). Pela ordem temos, na função de objeto direto: o, tudo e uma árvore.&lt;br /&gt;A palavra animado, que é um adjetivo, não poderia ser objeto direto. Trata-se de um predicativo do sujeito, sendo o verbo continuar de ligação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;165) Letra A&lt;br /&gt;O objeto indireto é o complemento de um verbo transitivo indireto, que é aquele que pede complemento introduzido por uma preposição obrigatória, ou seja, que ele exige. Na letra a, o verbo é intransitivo e de dor é um adjunto adverbial de causa: a dor é a causa dos gemidos. Os objetos indiretos são: de afeto, à paz e à diretora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;166) Letra D&lt;br /&gt;O complemento nominal é o complemento de um nome, ou seja, substantivo&lt;br /&gt;(abstrato), adjetivo e advérbio. Os termos de apoio, em vocês e pelas letras completam o sentido, respectivamente, das palavras necessidade, confiança e gosto; são, portanto, complementos nominais. Já de ninguém completa o sentido do verbo, sendo, dessa forma, objeto indireto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;167) Letra B&lt;br /&gt;Na primavera é um termo que transmite ao verbo a noção de tempo. Se perguntarmos: Quando?, responderemos: na primavera. Ou seja, é um adjunto adverbial de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;168) Letra D&lt;br /&gt;Adjunto adnominal é um mero acompanhante do substantivo. São os artigos, os adjetivos, as locuções adjetivas, os numerais e os pronomes adjetivos. Os termos os (artigo), essa (pronome adjetivo demonstrativo) e nossa (pronome adjetivo possessivo) acompanham na frase, respectivamente, os substantivos documentos, estrada e disposição; são os seus adjuntos adnominais. A palavra algo, pronome substantivo indefinido, é o objeto direto do verbo desejar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;169) Letra A&lt;br /&gt;Esta questão está baseada em palavras que provêm de verbos: comentário (de&lt;br /&gt;comentar), realização (de realizar), venda (de vender) e leitura (de ler). Quando isso ocorre, verifique se o termo preposicionado é ativo ou passivo. Sendo passivo, tem-se um complemento nominal; ativo, um adjunto adnominal. O único termo ativo é jornalista, pois é ele quem pratica a ação de comentar. Por isso, é um adjunto adnominal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;170) Letra D&lt;br /&gt;Não é porque um termo aparece entre vírgulas que se classifica como aposto. Este é um termo de caráter explicativo e se refere a um substantivo ou pronome substantivo. Na letra a, temos um adjunto adverbial de concessão; na b, um vocativo; na c, uma oração com valor de condição. O aposto está na alternativa d, pois a enfermeira é uma explicação do substantivo Lúcia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;171) Letra B&lt;br /&gt;Para achar a função sintática de um pronome relativo, coloca-se o antecedente em seu lugar. A função sintática que couber ao antecedente é a mesma do pronome relativo, que é o seu substituto. Na letra a, se dissermos “o gato correu”, o gato aparecerá como sujeito. Dessa forma, a palavra que é o sujeito da oração. Na opção c, o a que é objeto indireto; na d, o que é sujeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;172) Letra A&lt;br /&gt;Na opção a, o termo destacado é sujeito, pois o verbo transitivo direto arrastar está empregado com a partícula apassivadora se. Pode-se dizer “a mesa foi arrastada”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;173) Letra B&lt;br /&gt;Aborrecido é um adjetivo. Observe que ele pode flexionar-se: “Marcos deixou a namorada aborrecida”. Ele está qualificando o substantivo namorado, que é objeto direto de deixou. Assim, aborrecido é um predicativo do objeto direto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;174) Letra C&lt;br /&gt;A frase da alternativa c está na voz passiva analítica ou verbal: verbo ser mais o particípio. Quem pratica a ação na voz passiva é o agente da passiva. Por ele, que é o agente da passiva, passa a sujeito, quando se muda a voz verbal: Ele analisou o trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;175) Letra B&lt;br /&gt;Na opção a, de que é objeto indireto; na c, que é sujeito; na d, a que é complemento nominal (não é objeto indireto, porque completa o sentido do substantivo alusão). Em que, que equivale a na casa, é adjunto adverbial de&lt;br /&gt;lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;176) Letra C&lt;br /&gt;Da ponte é o único termo passivo, portanto complemento nominal. Os outros são ativos, classificando-se como adjuntos adnominais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;177) Letra D&lt;br /&gt;Questão bem difícil. Muito é um pronome adjetivo indefinido, e não advérbio de intensidade; logo, trata-se de um adjunto adnominal do substantivo esforço. Amazonas é o nome do rio; é, dessa forma, um aposto (especificativo). O trabalho é uma condição para que se vença; assim, sem trabalho é adjunto adverbial de condição. Na opção d, de Porto Alegre está ligado a um substantivo, volta, e não a um verbo. O complemento de um substantivo é o complemento nominal. Veja, abaixo, a diferença.&lt;br /&gt;Voltei de Porto Alegre.&lt;br /&gt;de Porto Alegre: adjunto adverbial de lugar&lt;br /&gt;Minha volta de Porto Alegre foi excelente.&lt;br /&gt;de Porto Alegre: complemento nominal do substantivo volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;178) Letra C&lt;br /&gt;O sujeito é simples: um bom resultado. Não se esqueça: um bom resultado é&lt;br /&gt;esperado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;179) Letra B&lt;br /&gt;De todos é agente da passiva. O verbo está na voz passiva analítica. É mais comum o emprego da preposição por (Era amado por todos), mas é correto o de. Veja na voz ativa: Todos o amavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;180) Letra B&lt;br /&gt;Fazendo a substituição pelo antecedente, temos: “as pessoas não se entendem”, onde as pessoas é o sujeito. Como o que está em seu lugar, é ele o sujeito da oração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;181) Letra A&lt;br /&gt;O objeto direto do verbo amar é essa jovem. O pronome oblíquo a repete o objeto direto. É o que se conhece por objeto direto pleonástico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;182) Letra D&lt;br /&gt;Pela ordem, temos: adjunto adverbial de intensidade, predicativo do sujeito e sujeito. O pronome vários, como todos os pronomes adjetivos da língua, é adjunto adnominal do substantivo que acompanha na frase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;183) Letra D&lt;br /&gt;A palavra confuso, sendo adjetivo, só pode funcionar como predicativo, que é o caso, ou adjunto adnominal. O adjuntos adverbiais da questão são, respectivamente: de afirmação, de tempo e de intensidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;184) Letra B&lt;br /&gt;Pode-se dizer “palavras são desprezadas”, portanto palavras é o sujeito da primeira oração. Na segunda oração, o que substitui palavras. Veja: “palavras dão o seu recado”, onde palavras aparece como sujeito. Então, o sujeito da segunda oração é que.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;185) Letra D&lt;br /&gt;A frase está invertida. Na ordem direta, temos “Esta casa já conheceu muitas alegrias e saudades”. Facilita, não é mesmo? O sujeito é esta casa, que leva o verbo ao singular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;186) Letra D&lt;br /&gt;Na opção d, o termo a um único país é o complemento do verbo pronominal&lt;br /&gt;referir-se, transitivo indireto. Assim,o termo destacado é objeto indireto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;187) Letra D&lt;br /&gt;A palavra convivência é um substantivo abstrato que vem do verbo conviver. O termo em estaque é o seu complemento nominal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;188) Letra D&lt;br /&gt;A palavra certo é um adjetivo. O termo preposicionado que se liga a ele, completando-lhe o sentido, é o seu complemento nominal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;189) Letra E&lt;br /&gt;Mais um caso de complemento nominal. Este é um pouco diferente, pois a palavra que é um pronome interrogativo. Vamos colocar a frase em outra ordem: a mulher será capaz de quê? Ou seja, quem é capaz é capaz de alguma coisa. O adjetivo capaz pede complemento nominal, que é o próprio pronome interrogativo, devidamente precedido da preposição de.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-2499473487151352742?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/2499473487151352742/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=2499473487151352742' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/2499473487151352742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/2499473487151352742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2010/02/162-189-comentarios-questoes.html' title='162 a 189: Comentários questões'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-6553223577082249411</id><published>2010-02-09T07:53:00.000-08:00</published><updated>2010-02-09T07:55:06.939-08:00</updated><title type='text'>120 a 161: comentários questões</title><content type='html'>COMENTÁRIOS questões de 120 a 161.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;120) Letra B&lt;br /&gt;Questão difícil de flexão nominal. O gabarito é a letra b porque a palavra projetil (sem acento) só pode ter como plural projetis. O candidato costuma ler projétil, associando então com projéteis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;121) Letra D&lt;br /&gt;A palavra paul é oxítona terminada em u. Seu plural se faz trocando o l por is: pauis (leia: pa-úis). Caráter é uma das palavras cuja sílaba tônica avança no plural: caracteres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;122) Letra C&lt;br /&gt;Não há o que comentar. É necessário conhecer o gênero das palavras. Decore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;123) Letra A&lt;br /&gt;Idem ao anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;124) Letra D&lt;br /&gt;Questão de pronúncia. Algumas soam de maneira diferente. É necessário decorá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;125) Letra A&lt;br /&gt;Maria, na opção a, não está sendo comparada com ninguém. Ela está colocada em destaque em relação ao grupo. Observe que é a mais bonita, e não mais bonita que, quando então teríamos o grau comparativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;126) Letra D&lt;br /&gt;A palavra magérrimo não existe na língua culta. O correto é macérrimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;127) Letra A&lt;br /&gt;O plural de cidadão é apenas cidadãos. Luso-brasileiro é palavra formada por dois adjetivos, devendo o segundo ser flexionado: luso-brasileiros. Capelão tem apenas um plural: capelães. Surdo-mudo é a exceção da regra comentada para luso-brasileiro. O correto é surdos-mudos. Cirurgião admite dois plurais: cirurgiões e cirurgiães. Semvergonha é invariável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;128) Letra C&lt;br /&gt;A palavra quinta-feira é formada de um numeral e um substantivo. Nesse caso, os dois elementos variam: quintas-feiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;129) Letra D&lt;br /&gt;Quando a palavra guarda é seguida de adjetivo, é substantivo, e os dois elementos vão ao plural: guardas-florestais. A palavra meio-fio é constituída de um numeral e um substantivo. Nesse caso, os dois elementos vão ao plural: meios-fios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;130) Letra B&lt;br /&gt;O feminino de bispo é episcopisa. Cuidado com o feminino de elefante. Elefoa é errado. Diga sempre elefanta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;131) Letra D&lt;br /&gt;Freira é feminino de frade. Sóror é que é o feminino de frei. Temos ainda como formas correras: judia e sultana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;132) Letra B&lt;br /&gt;São comuns de dois gêneros (aceitam os dois artigos): colega, gerente, artista,&lt;br /&gt;selvagem, mártir e patriota. São sobrecomuns (só aceitam um artigo): criança,&lt;br /&gt;testemunha e cônjuge. São epicenos (um só artigo, para animais): onça, jacaré e polvo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;133) Letra A&lt;br /&gt;Ilusão faz ilusões. Cirurgião também, embora admita, como já vimos na questão 127, dois plurais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;134) Letra B&lt;br /&gt;As palavras terminadas em x são invariáveis em número: o tórax → os tórax.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;135) Letra A&lt;br /&gt;Diz-se o intérprete, a intérprete. As outras palavras são biformes, ou seja, têm uma forma para o masculino e outra para o feminino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;136) Letra A&lt;br /&gt;A palavra ancião admite as três formas de plural. Corrigindo as outras, temos:&lt;br /&gt;pagãos, cidadãos, capitães e alemães.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;137) Letra C&lt;br /&gt;A palavra grama é feminina quando designa o vegetal; é masculina com o sentido de peso, massa. Diga, pois, duzentos gramas, e não duzentas gramas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;138) Letra D&lt;br /&gt;A palavra cônjuge é sobrecomum: só aceita um artigo. O cônjuge é tanto o marido quanto a mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;139) Letra D&lt;br /&gt;A palavra viemos é forma do passado. Já que foi usada a palavra agora, o lógico seria dizer vimos, presente do indicativo. Na realidade, o erro é a presença das duas palavras conflitantes. Como as outras estão perfeitas, só podemos assinalar a letra d.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;140) Letra D&lt;br /&gt;Corrigindo as outras, temos: contradisser, retivesse e previu. Note que são verbos derivados, que devem seguir os verbos primitivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;141) Letra D&lt;br /&gt;Corrigindo as outras, temos: repuseram, mantiver, revisse. Intervindo, nessa frase, é o particípio de intervir, derivado de vir. O verbo vir tem uma forma única para gerúndio e particípio: vindo. Da mesma forma, os seus derivados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;142) Letra B&lt;br /&gt;O futuro do pretérito de dizer é diria, dirias, diria etc. Condizer tem de acompanhar: condiria, condirias, condiria etc. Cuidado! Diga: eu já reouve, e não eu já reavi, porque reaver se conjuga pelo verbo haver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;143) Letra A&lt;br /&gt;Polir tem conjugação completa: pulo, pules, pule; pula, pulas, pula etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;144) Letra B&lt;br /&gt;O certo é intervier (vier → intervier). Na letra c, os verbos estão na 2ª pessoa do singular: apresenta (tu), não te preocupes (tu) e fizeste; da mesma forma, os pronomes: te e tua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;145) Letra C&lt;br /&gt;Futuro do subjuntivo de ver: vir, vires, vir, virmos, virdes, virem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;146) Letra B&lt;br /&gt;Corrigindo as outras, temos: repuser, proveu (é o verbo prover, e não provir) e advier. Quereriam é futuro do pretérito de querer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;147) Letra C&lt;br /&gt;Corrigindo as outras, temos: freado, semeamos, remedeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;148) Letra B&lt;br /&gt;As formas abulo e adequa não existem na modalidade culta da língua. Se necessário, usa-se um sinônimo. Aleja está errado porque o ditongo do infinitivo (aleijar) não pode ser eliminado; o certo é aleija.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;149) Letra D&lt;br /&gt;Corrigindo: caibo, mobília e pules. Pretérito perfeito de requerer: requeri,&lt;br /&gt;requereste, requereu, requeremos, requerestes, requereram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;150) Letra C&lt;br /&gt;O tratamento dispensado é o de terceira pessoa, pois a palavra você está presente.&lt;br /&gt;Assim: aguarde-me (você) e não chore mais (você).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;151) Letra A&lt;br /&gt;Questão semelhante à anterior. O tratamento dispensado é o de segunda pessoa, porque está presente o pronome te. Assim, não podendo haver mudança de tratamento, todos os verbos deverão estar nessa pessoa: espera (tu), não fiques (tu) e não converses (tu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;152) Letra C&lt;br /&gt;A frase da alternativa c está correta, mas não corresponde à da voz ativa. Rasgaram, na terceira pessoa do plural, sem o sujeito escrito no texto, é um caso de sujeito indeterminado: alguém rasgou, e não se sabe quem é. Então, não é possível usar o agente da passiva (por eles), pois isso equivale a um acréscimo de informação. Diga-se, para manter o sentido: a revista foi rasgada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;153) Letra C&lt;br /&gt;Na letra c, houve uma inversão de sentido. Tenha atenção com o significado das frases, nas questões de voz verbal. O correto é tal coisa não foi pedida a ti por mim, pois quem pediu fui eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;154) Letra C&lt;br /&gt;Contrapor é derivado de pôr: tem de seguir a conjugação deste.. Corrija-se para contrapuser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;155) Letra B&lt;br /&gt;A palavra se me diz que o tratamento é de terceira pessoa (você). Portanto, temos: não se precipite (você), pese (você) e pronunciar (você pronunciar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;156) Letra B&lt;br /&gt;O verbo pôr é irregular. Seu futuro do subjuntivo é: puser, puseres, puser, pusermos, puserdes, puserem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;157) Letra C&lt;br /&gt;O verbo advir é derivado de vir, devendo seguir a conjugação deste. Na opção c, o verbo vir daria viesse. Dessa forma, seus derivados o acompanham: adviesse, conviesse proviesse, interviesse etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;158) Letra E&lt;br /&gt;Os verbos terminados em ear apresentam o ditongo ei nas formas risotônicas.&lt;br /&gt;Corrigindo, temos, na opção e, refreia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;159) Letra B&lt;br /&gt;A primeira pessoa do plural é nós; a terceira, eles. Assim, inicialmente, a questão pede o verbo vir nessas pessoas do presente do indicativo. Vamos conjugá-lo: venho, vens, vem, vimos, vindes, vêm. Já temos, então, as palavras vimos e vêm. A seguir, pede-se a primeira pessoa do singular (eu) do futuro do subjuntivo do mesmo verbo.&lt;br /&gt;Vamos conjugá-lo: vier, vieres, vier, viermos, vierdes, vierem. Já temos a última palavra solicitada: vier. Pela ordem: vimos, vêm e vier.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;160) Letra C&lt;br /&gt;Estavam encaminhando tem dois verbos: estavam e caminhando. Ao passar para a passiva, aparece o verbo ser, criando-se a voz passiva composta: estavam sendo encaminhados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;161) Letra B&lt;br /&gt;O verbo intervir é excessivamente cobrado em provas. Conjuga-se como vir. Por isso, na opção b, deve-se dizer intervieram (vieram → intervieram).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-6553223577082249411?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/6553223577082249411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=6553223577082249411' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/6553223577082249411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/6553223577082249411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2010/02/120-161-comentarios-questoes.html' title='120 a 161: comentários questões'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-8930448540208061417</id><published>2010-02-09T07:45:00.001-08:00</published><updated>2010-02-09T07:46:34.150-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='95 a 119: Comentário das questões'/><title type='text'>95 a 119: Comentário das questões</title><content type='html'>95 a 119: comentário questões apostila&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;95) Letra D&lt;br /&gt;Os substantivos são homens, noite e fazenda. Qualificando-os, aparecem os&lt;br /&gt;adjetivos assustados, trêmulos, fria e abandonada. O que leva a resposta para a letra d é a presença de dois pronomes: vários e aquela (na contração naquela)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;96) Letra C&lt;br /&gt;A palavra isso não acompanha substantivo na frase. Portanto, é um pronome substantivo demonstrativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;97) Letra C&lt;br /&gt;O artigo é uma classe que sempre acompanha substantivo. Na opção c, a palavra a está diante do pronome relativo que. Significa aquela, classificando-se, então, como pronome demonstrativo. Note que o substantivo está oculto: a redação que eu fiz, a comida que eu fiz. O mesmo ocorre na opção d, que também apresenta um pronome demonstrativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;98) Letra A&lt;br /&gt;A frase que poderia dar algum problema é a de número 4. Temos aí uma interrogação indireta. Retirando o “não sei”, encontramos uma pergunta: “quem gritou?” Sempre que isso ocorre, o quem é pronome interrogativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;99) Letra C&lt;br /&gt;Nunca e jamais são advérbios de tempo, e não de negação. Têm valor negativo, o que não nos autoriza a considerá-los de negação. Ninguém também é negativo e nem sequer é advérbio. Bem equivale a muito e modifica um adjetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;100) Letra B&lt;br /&gt;A palavra mesmo confirma a ação verbal e equivale a realmente. Sempre que isso ocorre, classifica-se como advérbio de afirmação. Na letra c, a palavra mais pode enganar. Ela não indica intensidade, como às vezes acontece. Ela equivale a já ou jamais: já não pedirei, não pedirei jamais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;101) Letra A&lt;br /&gt;Um equivale a algum: não pode ser numeral. O está diante de que e significa&lt;br /&gt;aquilo, portanto é demonstrativo. Nunca é sempre advérbio de tempo. Ele é pronome oblíquo porque funciona como complemento, não como sujeito, situação em que seria pronome reto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;102) Letra C&lt;br /&gt;Cansado é um adjetivo porque é palavra variável. Veja: Maria chegou cansada. Sempre que houver dúvida entre advérbio e adjetivo, flexione a frase. Se a palavra for ao feminino ou ao plural, será adjetivo, e não advérbio.&lt;br /&gt;Ex.: Ele é alto. (ela é alta, eles são altos)&lt;br /&gt;Ele fala alto. (ela fala alto, eles falam alto)&lt;br /&gt;Na primeira frase, alto é adjetivo; na segunda, advérbio de modo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;103) Letra D&lt;br /&gt;Advérbio modifica verbo, adjetivo ou outro advérbio. Se acompanhar substantivo, será pronome adjetivo indefinido. É o que ocorre na opção d, em que mais acompanha o substantivo livros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;104) Letra D&lt;br /&gt;Muito acompanha um substantivo; portanto, trata-se de pronome adjetivo indefinido, e não de advérbio de intensidade. O equivale a isso, e não a ele; dessa forma, é pronome demonstrativo. Mim é sempre pronome oblíquo tônico. Logo indica o momento em que tudo se ajeitará, sendo advérbio de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;105) D&lt;br /&gt;As opções a e b não oferecem problemas. A palavra tanto acompanha o substantivo barulho; não poderia ser advérbio de intensidade, como parece. Quem é pessoa, portanto pronome interrogativo. O advérbio interrogativo indica lugar (onde?), tempo (quando?) etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;106) Letra B&lt;br /&gt;A palavra onde, na frase, não é advérbio. Ela tem um antecedente (rio) e equivale a no qual. É, pois, um pronome relativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;107) Letra D&lt;br /&gt;Os substantivos são trabalho, escritório e funcionários. Os adjetivos: interessante, inteligentes e esforçados. O que decide a questão é o fato de muito, acompanhante de um substantivo, ser pronome, e não advérbio. Estude bem isso, que é importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;108) Letra A&lt;br /&gt;Questão simples, de reconhecimento de advérbios. Bem é advérbio de intensidade porque modifica o adjetivo esforçado, aumentando-lhe o valor. Bem também pode ser advérbio de modo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;109) Letra D&lt;br /&gt;O único pronome que acompanha substantivo é poucas. Os outro são pronomes substantivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;110) Letra B&lt;br /&gt;As palavras seu, nossa e cada acompanham, respectivamente, os substantivos&lt;br /&gt;amigo, contribuição e pessoa. São, portanto, pronomes adjetivos. Ele substitui um substantivo: é pronome substantivo. Aliás, como vimos, os pessoais nunca são pronomes adjetivos.&lt;br /&gt;111) Letra D&lt;br /&gt;A palavra isso é sempre pronome substantivo demonstrativo. Nunca aparece ligada a substantivo, que é a característica do pronome adjetivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;112) Letra C&lt;br /&gt;O único pronome pessoal que funciona como sujeito da oração está na opção c. Portanto, ele, nessa frase, é um pronome pessoal reto. Os demais são pronomes pessoais oblíquos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;113) Letra D&lt;br /&gt;Os pronome tu, ela e nós atuam como sujeito de suas orações; são pronomes retos. Vós, precedido de preposição, é complemento do verbo será levado; é um pronome pessoal oblíquo. Não se esqueça de que apenas eu e tu são sempre retos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;114) Letra D&lt;br /&gt;Na alternativa a, que é o problema maior, temos a palavra durante, preposição acidental. Nas alternativas b e c, as preposições são perante e a. Na opção d, não há preposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;115) Letra B&lt;br /&gt;Questão difícil. A palavra a da primeira opção é artigo definido, pois se liga ao substantivo resposta. Conforme é uma preposição acidental, e não uma conjunção, pois não inicia oração. Ela introduz a locução adverbial de conformidade conforme o pedido, função típica de uma preposição. Entre, na opção c, evidentemente, é verbo. A palavra a, na alternativa d, é pronome demonstrativo, equivalendo a aquela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;116) Letra D&lt;br /&gt;Para ter função adjetiva, a palavra ou expressão tem de acompanhar substantivo. Isso só não ocorre na opção d, pois das mesas se liga a um verbo, afastem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;117) Letra E&lt;br /&gt;Adjetivo é palavra que qualifica substantivo. Isso só ocorre na opção e, em que os adjetivos rápidas e asfixiantes, qualificam o substantivo transformações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;118) Letra C&lt;br /&gt;A palavra o não é artigo, pois não está ligada a um substantivo na frase. É pronome demonstrativo porque equivale a aquele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;119) Letra C&lt;br /&gt;Tanto não pode ser advérbio uma vez que está acompanhando o substantivo tempo; trata-se de um pronome adjetivo indefinido. Azedume, que poderia confundir, é substantivo, podendo ser usado normalmente com artigo: o azedume. A expressão de azedume é locução adjetiva, formada da preposição de e do substantivo azedume. O adjetivo seria azedo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-8930448540208061417?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/8930448540208061417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=8930448540208061417' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/8930448540208061417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/8930448540208061417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2010/02/95-119-comentario-das-questoes.html' title='95 a 119: Comentário das questões'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-5740031548251224420</id><published>2010-01-23T14:41:00.000-08:00</published><updated>2010-01-23T14:47:08.080-08:00</updated><title type='text'>48 a 94</title><content type='html'>COMENTÁRIOS questões 48 a 94&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;48) Letra C&lt;br /&gt;A palavra abrupto (e derivadas) engana muita gente. Ab é um prefixo seguido de r. Em tal situação, o comum em português é que haja um hífen (ab-rogar). Sem o hífen, as pessoas passaram a pronunciar a-brup-to, o que leva a erro na divisão silábica. Assim, para ficar com a língua culta, pronuncie e separe ab-rup-to.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;49) Letra d&lt;br /&gt;A palavra carnaúba apresenta o hiato a-u. Hiato é a união de duas vogais em sílabas separadas. É só pronunciar calmamente a palavra, que se percebe. Lembra-se da regra de acentuação das letras i e u formando hiatos? É o caso de carnaúba, baú, caímos, Luís etc.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;50) Letra B&lt;br /&gt;Em português, não existe vogal seguida de ditongo crescente (ia, ua, io, uo). É o caso de raio, que, na realidade, é vocábulo formado por um ditongo (ai) e uma vogal (o). Sua separação só pode ser rai-o. Da mesma forma, palavras como meio, idéia, vaia, ceia, jóia etc. A palavra piauiense é interessante: é constituída de, respectivamente, vogal, ditongo, vogal, vogal; obviamente, as duas últimas formando um hiato. Ainda aqui cabe dizer que a pronúncia adequada da palavra resolve o problema da divisão de sílabas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;51) Letra A&lt;br /&gt;A palavra coadjuvante é formada pelo hiato o-a e o grupo consonantal impróprio dj, devendo ambos ser separados. Por isso está errada a divisão das palavras amnésia e apto. Separação correta: am-né-sia e ap-to. O problema de superalimentado é que o r do prefixo deve passar para o lado da vogal: su-pe-ra-li-men-ta-do. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;52) Letra D&lt;br /&gt;Trata-se de palavras com o prefixo sub. Ele se mantém inteiro, quando seguido de consoante; divide-se, se seguido de vogal. A divisão correta na letra d é su-bi-tem. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;53) Letra C&lt;br /&gt;Na letra a, a segunda palavra está mal dividida, pois apresenta um tritongo; divisão correta: i-guais. Na b, também a segunda está errada, pois não há sílaba sem vogal; divisão correta: felds-pa-to. Na d, a terceira palavra está errada, pois seu ditongo foi dividido; divisão correta: a-má-veis. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;54) Letra B&lt;br /&gt;As palavras não têm vogal mais ditongo crescente. A divisão correta é pla-téi-a, ou seja, ditongo mais vogal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;55) Letra D&lt;br /&gt;A palavra paisagem tem ditongo, e não hiato. Separação correta: pai-sa-gem. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;56) Letra B&lt;br /&gt;As palavras não se separam em função dos elementos mórficos: prefixos sufixos etc. A separação se baseia, antes de tudo, na pronúncia. Assim, o s do prefixo des vai formar sílaba com a vogal seguinte. Separação correta: de-sen-la-ce. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;57) Letra C&lt;br /&gt;Corrigindo a separação silábica, temos, pela ordem: a-le-gri-a, sé-rio, bdé-lio. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;58) Letra C&lt;br /&gt;Corrigindo, pela ordem: ca-a-tin-ga, re-ló-gio, fac-ção. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;59) Letra C&lt;br /&gt;Cuidado especial com palavras que tenham grupos vocálicos no meio. Icosaedro apresenta um hiato (a-e). Nesse tipo de palavra, é possível, embora não adequada, a pronúncia como ditongo. Sempre que a palavra tiver essa oscilação de pronúncia, classifique o grupo como hiato. Por exemplo: cri-an-ça, pi-a-da, ma-go-a-do etc. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;60) Letra D&lt;br /&gt;Os prefixos terminados em s ou r têm um tratamento à parte. Essas letras passam para o lado da vogal seguinte; vindo consoante, elas não se separam do grupo. Separação correta: ci-san-di-no.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;61) Letra A&lt;br /&gt;Em diâmetro, temos o hiato i-a. Separação correta: di-â-me-tro. O mesmo ocorre em mi-al-gi-a e tri-fo-li-o-se. Veja os comentários da questão 59. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;62) Letra A&lt;br /&gt;Corrigindo-se, pela ordem, temos: su-bli-ma-ção (o sub, aqui, não é prefixo), co-elho e ab-ne-ga-do. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;63) Letra B&lt;br /&gt;Fazendo a correção, temos, pela ordem: de-sa-pa-re-cer, pa-pa-gai-os e a-mêndoa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;64) Letra D&lt;br /&gt;Corrigindo: disp-néi-a, fór-ceps e pa-péis. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;65) Letra B&lt;br /&gt;O s do prefixo trans vai formar sílaba com a vogal seguinte. Correção: tran-ses-paci-al.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;66) Letra E&lt;br /&gt;Questão muito fácil. A palavra lei é um monossílabo, possui ditongo, e não hiato. Portanto, não se separa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;67) Letra E&lt;br /&gt;O n do prefixo vai formar sílaba com a vogal seguinte. Correção: i-nes-pe-ra-damen-te.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;68) Letra E&lt;br /&gt;Cerebrais tem ditongo no final, e não hiato. Correção: ce-re-brais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;69) Letra B&lt;br /&gt;A letra l é consoante, portanto o sub não se divide. Corrigindo, temos: tran-sa-tlânti-co, prai-a, as-sem-bléi-a e psi-co-lo-gi-a. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;70) Letra B&lt;br /&gt;O prefixo pseudo pede hífen antes de h, r, s, vogal. O certo é pseudocientista. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;71) Letra D&lt;br /&gt;O prefixo contra pede hífen antes de h, r, s, vogal. O certo é contradança. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;72) Letra B&lt;br /&gt;O prefixo extra pede hífen antes de h, r, s, vogal. Por isso a palavra está correta. Corrigindo as demais, temos: semicírculo, ultrademocrático e protoplasma. Obs.: Nas questões 70, 71 e 72, você encontra os onze prefixos que pedem hífen nas mesmas circunstâncias. São do grupo do psicanépius, lembra?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;73) Letra D&lt;br /&gt;Os prefixos dessa questão pedem hífen antes de r, s, h. Por isso está errada a letra d. O correto é arquiinimigo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;74) Letra C&lt;br /&gt;Os prefixos terminados em r (super, inter e hiper) pedem hífen antes de h e r. Assim, fica errada a letra c. O certo é supermercado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;75) Letra B&lt;br /&gt;Os prefixos pan, mal e circun pedem hífen antes de vogal e h. Por isso está errada a letra b. Correção: pangermanismo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;76) Letra D&lt;br /&gt;O prefixo inter não pede hífen antes de vogal, mas antes de h e r. Corrigindo as demais, temos: semivogal, antiofídico, ultra-som. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;77) Letra A&lt;br /&gt;Os prefixos acentuados pré, pró, pós, além, recém, aquém exigem hífen (veja as poucas exceções, na regra dada); por isso, está correta a letra a. Na letra b, o erro está em bi-secular, pois o prefixo bi não admite o hífen; correção: bissecular. O prefixo ex exige hífen, estando correto ex-diretor; mas sub-solo está errado, porque sub pede hífen apenas antes de r e b; correção: subsolo. Na letra d, o erro está em sob-estar, porque o prefixo sob pede hífen apenas antes de r; correção: sobestar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;78) Letra D&lt;br /&gt;As duas palavras da alternativa a estão corretas. Na b, está errada a primeira, pois micro nunca pede hífen; correção: microcomputador. Na alternativa c, as duas palavras estão corretas. Corrigindo as palavras da opção d, temos pan-americano e infravermelho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;79) Letra B&lt;br /&gt;Infra pede hífen antes de h, r, s, vogal. Corrigindo, temos: infratemporal. Com exceção de algumas poucas palavras, o prefixo bem exige hífen. Veja só: bem-mequer, malmequer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;80) Letra B&lt;br /&gt;Os prefixos soto e sota pedem hífen em qualquer situação. Verifique, na regra, as poucas exceções. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;81) Letra C&lt;br /&gt;O correto é meio ambiente. Cuidado, porque muita gente anda por aí escrevendo com hífen.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;82) Letra A&lt;br /&gt;Mala-direta tem hífen. Um bom dicionário comprova isso. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;83) Letra B&lt;br /&gt;Corrigindo as demais, temos: bom senso, cartão de crédito (cuidado, pois cartãopostal tem hífen) e livre arbítrio. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;84) Letra C&lt;br /&gt;O prefixo anti pede hífen antes de h, r, s. Anti-magnético está errado, porque ao prefixo segue um m. Corrija-se para antimagnético. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;85) Letra C&lt;br /&gt;Na letra a, outono, a palavra que poderia suscitar dúvida, é nome de uma estação do ano e, por isso mesmo, deve ser grafada com inicial minúscula. Jornal do Brasil é nome de uma empresa, portanto próprio, com iniciais maiúsculas. A palavra rua, na letra c, que é o gabarito, deve ser com maiúscula, porque acompanha o nome do logradouro; o certo é Rua Camerino. Nordeste é com maiúscula, uma vez que se trata de uma região específica.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;86) Letra C&lt;br /&gt;Nossa Lisboa é nome de empresa. Páscoa é festa religiosa. Lingüística é nome de uma disciplina. O erro está na opção c, porque dia deve ser grafada com maiúscula. Escreva-se Dia das mães, nome de uma festa, uma comemoração, funcionando como nome próprio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;87) Letra B&lt;br /&gt;Queda da Bastilha é um acontecimento histórico, ligado à Revolução Francesa. O erro está na opção b, pois os nomes dos planetas, das constelações, dos cometas, das galáxias devem ser escritos com maiúscula; são nomes próprios. A festa junina é um tipo de festa, de características próprias, que ocorre em vários dias de junho; não há motivo para usar iniciais maiúsculas. O Guarani é nome de uma obra literária. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;88) Letra A&lt;br /&gt;Uma questão diferente. A palavra itu existe como nome comum, da mesma forma que pitu, sagu e anu. O enunciado fala em “poderia ser grafada com inicial maiúscula”. Isso só se enquadra ao vocábulo itu, que pode ser Itu, nome de uma cidade paulista. As outras três são sempre nome comuns.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;89) Letra C&lt;br /&gt;As Primaveras é nome de um livro do poeta brasileiro Casimiro de Abreu. Então, o artigo que acompanha o substantivo também deve ser com letra maiúscula. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;90) Letra C&lt;br /&gt;Na opção c, a palavra Terra é o nome do planeta, portanto deve ser escrita com inicial maiúscula. Igualmente: Vênus, Mercúrio, Urano, Plutão etc.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;91) Letra B&lt;br /&gt;Santa Ceia é nome de uma obra artística. Comissão Parlamentar de Inquérito é nome de um órgão, com funções definidas, que funciona no Congresso Nacional. O vocábulo carnaval é nome de uma festa pagã. O erro está na opção b, porque as palavras que designam os acidentes geográficos, como baía, rio, lagoa etc., são grafadas com inicial minúscula. Corrija-se para rio Amazonas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;92) Letra D&lt;br /&gt;Na alternativa a, o correto é Câmara dos Deputados. Na b, de sul a norte; na c, constelação de Órion. A Academia Brasileira de Letras é uma instituição literária, por isso grafada com as iniciais maiúsculas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;93) Letra A&lt;br /&gt;As fórmulas de tratamento devem ser escritas com iniciais maiúsculas; o correto, na opção a, é Meritíssimo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;94) Letra B&lt;br /&gt;Idade Média é nome de uma era histórica. Mona Lisa é nome de uma obra artística, famoso quadro de Leonardo Da Vinci; é o mesmo que Gioconda. O vocábulo português, na frase, designa o idioma em si, e não a disciplina, que teria letra maiúscula. A palavra Lei não está acompanhada do número, por isso deve ser escrita com inicial minúscula.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-5740031548251224420?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/5740031548251224420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=5740031548251224420' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/5740031548251224420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/5740031548251224420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2010/01/48-94.html' title='48 a 94'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-3562582554651323076</id><published>2010-01-23T14:27:00.000-08:00</published><updated>2010-01-23T14:34:07.752-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comentários: questões de 1 a 47.'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;COMENTÁRIOS&lt;br /&gt;1) Letra D&lt;br /&gt;As palavras vatapá, jiló e ipê são acentuadas pela regra das oxítonas: a, e, o, em, ens. Gari, sendo oxítona terminada em i, não pode ter acento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;2) Letra D&lt;br /&gt;As palavras neném, através e pajé acentuam-se pela regra das oxítonas. No caso de através, convém lembrar que a letra s não influi na acentuação, quando está unida a uma vogal. Por isso mesmo, após deve ser acentuada: oxítona terminada em o, seguida de s.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;3) Letra B&lt;br /&gt;Aqui temos uma questão com verbos que apresentam pronomes átonos enclíticos ou mesoclíticos. Em vencê-la, tira-se o pronome la e aplica-se a regra para a forma verbal, vencê, que é oxítona terminada em e. Em se tratando de mesóclise, consideram-se isoladamente as duas partes do verbo, aplicando-se as regras de acentuação. Dessa forma, a letra b contém erro, pois pedi é oxítona terminada em i, não devendo, pois, ser acentuada. A terminação íamos, proparoxítona, está correta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;4) Letra D&lt;br /&gt;São quatro palavras paroxítonas. Fértil e júri, terminando em l e i, estão de acordo com a regra. Rede tem uma terminação da regra das oxítonas, não devendo ser acentuada. O erro está na palavra ítem, que não pode levar acento gráfico, por ser paroxítona com a terminação em, das oxítonas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;5) Letra C&lt;br /&gt;Na letra c, a palavra látex termina em x, sendo, por isso, acentuada. Cuidado com a pronúncia das palavras! Ela é paroxítona, não a pronuncie “latéx”. As outra palavras, igualmente, pertencem à regra das paroxítonas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;6) Letra B&lt;br /&gt;Pêssego é proparoxítono, não poderia ficar sem acento. Convém lembrar que nome próprio segue rega ortográfica, podendo cair em concursos, como já ocorreu inúmeras vezes; Patrícia é paroxítona terminada em ditongo, daí o acento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;7) Letra C&lt;br /&gt;A palavra mês é um monossílabo tônico terminado em e, seguido de s. As outras palavras são paroxítonas e não estão seguindo a regra.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;8) Letra D&lt;br /&gt;Questão muito difícil. Os candidatos costumam achar que o grau de dificuldade está relacionado diretamente com o tamanho da questão, mas isso não é correto. A questão pode ser pequena e difícil. Os erros das questões a, b e c são, respectivamente, patio, virus e benígno. Na letra d, vê é monossílabo tônico terminado em e. Já historia engana o candidato, que tende a ler a palavra como o substantivo história, que teria acento. Porém, trata-se aqui da forma verbal historia, sem acento, do verbo historiar: eu historio, tu historias, ele historia etc.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;9) Letra C&lt;br /&gt;As alternativas a e b apresentam ditongos abertos e ditongos fechados. Os ditongos éi, éu e ói devem ser acentuados, sempre que estiverem na sílaba tônica. Por isso, dispnéia e fogaréu estão acentuadas. Ns opções c e d, temos palavras com hiatos. Construírmos está errada pois a letra i só pode ser acentuada se estiver sozinha na sílaba ou formando sílaba com s.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;10) Letra B&lt;br /&gt;Os hiatos ôo e êe têm a primeira vogal acentuada, desde que seja tônica. A palavra Lisboa, no entanto, termina em oa. Só há uma palavra em português com oa acentuado: côa, que tem acento diferencial de intensidade. Nas opções c e d, temos a regras dos verbos ter e vir (e derivados); a terceira pessoa do plural do presente do indicativo leva acento agudo: eles obtêm, eles convêm; a terceira pessoa do singular segue a regra geral. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;11) Letra B&lt;br /&gt;Regra dos ditongos abertos: geléia e bóia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;12) Letra A&lt;br /&gt;Éter é paroxítona terminada em r. Seu plural, éteres, pertence à regra das proparoxítonas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;13) Letra c&lt;br /&gt;O trema depende da pronúncia. O u tem de ser pronunciado e átono. A questão apresenta palavras de pronúncia duvidosa, que as pessoas costumam errar. Estão incorretas, respectivamente: distingüir, adqüirir, por consegüinte. Corrigindo, teríamos: distinguir, adquirir, por conseguinte. Líqüido pode ou não ter trema. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;14) Letra C&lt;br /&gt;A palavra correta é gratuito, sem acento, pois se trata do ditongo ui. Há outras assim na língua. Tome cuidado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;15) Letra D&lt;br /&gt;Questão difícil, porque envolve pronúncia. As palavras cuja sílaba tônica não foi devidamente sublinhada são, pela ordem: zenite (a palavra é zênite), quadrumano (quadrúmano), necropsia (necropsia, si é que é tônico), alcione (alcíone, uma ave).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;16) Letra C&lt;br /&gt;Há palavras que podem ter o acento tônico em sílabas diferentes, sem mudança de sentido. Sempre uma fica com acento gráfico, outra não. As que não admitem tal variação prosódica são, pela ordem: álibi, ínterim, sutil (existe sútil, com outro sentido), ruim, índex.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;17) Letra C&lt;br /&gt;palavra item não pode ser acentuada porque é uma paroxítona terminada em em, que  pertence à regra das oxítonas. Igualmente sem acento o seu plural: itens.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;18) Letra C&lt;br /&gt;Está é oxítona terminada em a; já é monossílabo tônico terminado em a.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;19) Letra E&lt;br /&gt;Os verbos ter e vir e seus derivados, na terceira pessoa do plural do presente do indicativo, levam cento circunflexo: eles têm, eles detêm, eles vêm, eles advêm.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;20) Letra D&lt;br /&gt;As palavras aliás, vocês e propôs são oxítonas terminadas em a, e e o, seguidas de s, que não influi.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;21) Letra E&lt;br /&gt;Questão característica da banca da Esaf. Cinco palavras são sublinhadas no texto, para que se aponte a que apresenta erro, neste caso, de acentuação. A palavra provinciana é paroxítona terminada em a. Deriva-se de província, em que vin é sílaba tônica, por isso mesmo acentuada. Mas o vin é átono em provinciana, cuja sílaba tônica é o primeiro a.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;22) Letra B&lt;br /&gt;Em cristalizar, utilizar e concretizar temos o sufixo izar, que se escreve com z. Na palavra pesquisar, o s pertence à palavra primitiva, pesquisa. Assim, não se pode escrever pesquizar, pois o izar não poderia ser retirado da palavra.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;23) Letra C&lt;br /&gt;O sufixo eza forma substantivos abstratos derivados de adjetivos. Não é o caso de princesa, grafada com s, porque se trata do feminino de príncipe. Da mesma forma, escreve-se duquesa, baronesa etc.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;24) Letra D&lt;br /&gt;A palavra exceção deve ser escrita com ç pois se deriva de exceto, que apresenta t no radical. Da mesma forma: opção (de optar), projeção (de projetar) etc.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;25) Letra C&lt;br /&gt;Suspensão, escansão e pretensão têm origem em verbos com nd no radical: suspender, escandir e pretender. Já detenção deve ser grafada com ç porque vem do verbo deter, derivado de ter, que exige ç nas derivadas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;26) Letra A&lt;br /&gt;Em português, existem as sílabas iniciais ex e es. A palavra certa é espontâneo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;27) Letra A&lt;br /&gt;A palavra errada é ojerisa, que se grafa com z: ojeriza. Na letra b, temos a regra do sufixo izar, que aparece em todas. Na opção c, a regra do ditongo: depois de ditongo usa-se x, ç e s. Na alternativa d, encontramos palavras derivadas, que mantêm as letras s, j e s de suas primitivas: camisa, loja e lápis.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;28) Letra C&lt;br /&gt;Cuidado com a palavra hesitar, que não tem nenhuma relação com êxito. Misto vem de misturar, portanto não pode ser com x, como se vê por aí. A palavra paçoca é com ç.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;29) Letra B&lt;br /&gt;Tigela escreve-se com g. Berinjela é nome de alimento, que geralmente se escreve com j; não é uma regra, mas pode ajudar em certas circunstâncias. Atrasado vem de atrás, que é com s. Enxugar tem a sílaba inicial en, que pede x.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;30) Letra B&lt;br /&gt;Soçobrar se escreve com ç, e não com ss.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;31) Letra B&lt;br /&gt;O verbo paralisar escreve-se com s, pois não possui o sufixo izar. Observe que a terminação não pode ser retirada, porque teríamos paral. Da mesma forma, suas derivadas: paralisação, paralisia etc.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;32) Letra B&lt;br /&gt;A palavra reprisar vem de reprise, que é com s.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;33) Letra D&lt;br /&gt;Jenipapo grafa-se com j, e não com g. Atente para a palavra rijeza, com o sufixo eza. Ela vem de rijo, adjetivo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;34) Letra A&lt;br /&gt;A palavra lasanha é escrita com s, e não com z. Quanto a guizo, trata-se do substantivo. Existe guiso, com s, flexão de guisar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;35) Letra D&lt;br /&gt;Piche se escreve com ch. Mexilhão é com x por causa da sílaba inicial me. Hachurar é uma palavra pouco usada e está grafada com perfeição. Mecha é uma das exceções da regra do me inicial, que pede x.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;36) Letra B&lt;br /&gt;Outra questão sobre as sílabas iniciais ex e es. O correto é explanar, única a ser grafada com x.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;37) Letra B&lt;br /&gt;O inverso da questão anterior. O verbo estender se escreve com s. Não custa lembrar que a derivada extensão é com x.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;38) Letra D&lt;br /&gt;O emprego de o e u costuma confundir. Procure gravar as palavras deste exercício, está bem? A palavra femoral, embora venha de fêmur, escreve-se com o.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;39) Letra C&lt;br /&gt;Agora temos a alternância i / e, igualmente problemática. Também é interessante que você memorize as palavras da questão. O correto é digladiar (di = dois; glad = espada). O verbo significa, originalmente, “lutar com espadas”, ou seja, duas espadas, uma com cada lutador.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;40) Letra C&lt;br /&gt;O correto é xingar, com x. Neusa e faisão se escrevem com s por causa dos ditongos eu e ai. Inchação vem de inchar, tendo conservado a vogal temática a; por isso, é com ç.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;41) Letra D&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A palavra certa é menção, com ç. A palavra assessor (e derivadas: assessorar, assessoria etc.) não pode ser confundida com acessório, com c na segunda sílaba.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;42) Letra A&lt;br /&gt;Sucinta não tem o dígrafo sc. Essa palavra vem aparecendo constantemente em concursos públicos. Grave-a logo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;43) Letra A&lt;br /&gt;As palavras derivadas de erva escritas com b recebem o h inicial: herbívoro, herbicida etc. Se o v se mantiver, não aparecerá o h. É o caso de ervanário. Não confunda hindu com indiano, esta sim, sem h.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;44) Letra A&lt;br /&gt;Já falamos destas duas palavras: estender e extensão, uma com s, outra com x. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;45) Letra D&lt;br /&gt;A palavra artimanha se grafa com i, e não com e. Corrigindo as outras, temos: disenteria, herbívoro (veja os comentários da questão 43), bueiro e irrequieto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;46) Letra D&lt;br /&gt;Outra questão envolvendo o dígrafo sc. A palavra correta é indecente, sem o s. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;47) Letra A&lt;br /&gt;As questões de ortografia elaboradas pela Esaf normalmente se baseiam em frases, quase sempre longas. A alternativa a não apresenta erro, sendo o gabarito. Na letra b, o erro está na palavra imprecindível, na qual foi eliminado o s; ela apresenta o dígrafo sc: imprescindível. Na letra c, o erro se encontra na palavra inciente, da qual foi retirado o s; ela também tem o dígrafo sc: insciente. Na letra d, o erro está em flajelado, que se escreve com g: flagelado Na letra e, paralizados está errado: o certo é paralisados; também está errado semi-paralizados. Corrija-se para semiparalisados. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-3562582554651323076?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/3562582554651323076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=3562582554651323076' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/3562582554651323076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/3562582554651323076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2010/01/comentarios-1-letra-d-as-palavras.html' title=''/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-5797590729342282808</id><published>2009-11-28T07:17:00.000-08:00</published><updated>2009-11-28T07:22:04.772-08:00</updated><title type='text'>Características da Poesia</title><content type='html'>A poesia, ou gênero lírico, ou lírica é uma das &lt;a title="Arte" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte"&gt;sete artes&lt;/a&gt; tradicionais, pela qual a linguagem humana é utilizada com fins estéticos. “Poesia, segundo o modo de falar comum, quer dizer duas coisas. A arte, que a ensina, e a obra feita com a arte; a arte é a poesia, a obra poema, o poeta o artífice.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;a title="Semântica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sem%C3%A2ntica"&gt;sentido&lt;/a&gt; da mensagem poética também pode ser importante (principalmente se o poema for em louvor de algo ou alguém, ou o contrário: também existe poesia satírica), ainda que seja a forma estética a definir um texto como poético. A poesia compreende aspectos metafísicos (no sentido de sua imaterialidade) e da possibilidade de esses elementos transcenderem ao mundo fático. Esse é o terreno que compete verdadeiramente ao poeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num &lt;a title="Texto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Texto"&gt;contexto&lt;/a&gt; mais alargado, a poesia aparece também identificada com a própria arte, o que tem razão de ser já que qualquer arte é, também, uma forma de linguagem (ainda que, não necessariamente, verbal).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poesia, no seu sentido mais restrito, parte da linguagem verbal e, através de uma atitude criativa, transfigura-a da sua forma mais corrente e usual (a prosa), ao usar determinados recursos formais. Em termos gerais, a poesia é predominantemente oral - mesmo quando aparece escrita, a oralidade aparece sempre como referência quase obrigatória, aproximando muitas vezes esta arte da música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;== == Gêneros poéticos ==&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os gêneros de poesia permitem uma classificação dos poemas conforme suas características. Por exemplo, o poema épico é, geralmente, narrativo, de longa extensão, grandiloqüente, aborda temas como a guerra ou outras situações extremas. Dentro do genéro épico, destaca-se a &lt;a class="mw-redirect" title="Epopéia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Epop%C3%A9ia"&gt;epopéia&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já o poema lírico pode ser muito curto, podendo querer apenas retratar um momento, um flash da vida, um instante emocional. Poesia é a expressão de um sentimento, como por exemplo o amor. Vários poemas falam de amor. O poema, é o seu sentimento expressado em belas palavras, palavras que tocam a alma. Poesia é diferente de poema. o Poema é a forma que se está escrito e a poesia é o que dá a emoção ao texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definição sucinta de poesia: é a arte de exprimir sentimentos por meio da palavra ritmada. Essa definição torna-se insuficiente quando se volta o olhar para a poesia social, a política ou a metapoesia. Com o advento da poesia concreta, o próprio ritmo da palavra foi anulado como definição de poesia, valorizando mais o sentido.&lt;br /&gt;O poema passa a ter função de exprimir sucintamente e entre linhas o pensamento do eu-lírico. A narrativa também pode fazer isso, mas a maioria dos poemas, com exceção dos épicos, não se baseia num enredo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mensagem do autor é muito mais importante do que a compreensão de algum fato.&lt;br /&gt;"A poesia é a mínima distância entre o sentimento e o papel" - Levi Trevisan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: Wikipédia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-5797590729342282808?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/5797590729342282808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=5797590729342282808' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/5797590729342282808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/5797590729342282808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2009/11/caracteristicas-da-poesia.html' title='Características da Poesia'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-371718183329796459</id><published>2009-11-28T06:49:00.000-08:00</published><updated>2009-11-28T06:56:07.268-08:00</updated><title type='text'>POEMA</title><content type='html'>O POEMA E A POESIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Falar de poesia num tempo tão sem poesia é, deveras, quase falar balela. No entanto, apesar de tanta insensibilidade, tanta mediocridade, tanta barbárie, insiste-se no sentimento do ser humano na forma como realmente ele deve ser: humano.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entenda-se que a insensibilidade, a mediocridade e a barbárie sempre se fizeram presentes no inventário humano, o que nos deixa, por conclusão, que não é nenhuma novidade resistir. Se sempre fora adversa a realidade com relação ao sentimento humano, não será agora, que tudo se redima de uma vez. A gente vai continuar resistindo mesmo que a indiferença seja plena e que os ouvidos e toda percepção humana se torne uma parede gélida de inumanidade. Pois bem, antes de mais nada, gostaria de fazer menção ao fato de que diversos estudantes tem recorrido a este Guia, solicitando a diferença entre poema e poesia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então, aproveito tal interesse para trocar umas idéias a respeito. Inicialmente, na tentativa de esclarecer o que é o poema, faço uso da definição dada pelo eminente escritor Assis Brasil: "Poema é o ´objeto` poético, o texto onde a poesia se realiza, é uma forma, como o soneto que tem dois quartetos e dois tercetos, ou quatorze versos juntos, como é conhecido o soneto inglês. Um poema seria distinto de um texto ou estrofes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando essa nomenclatura definitiva é eliminada, passando um texto a ser apresentado em forma de linhas corridas, como usualmente se conhece a prosa, então se pode falar em poema-em-prosa, desde que tal texto (numa identificação sumária e mecânica) apresente um mundo mais ´poético` ou seja, mais expressivo, menos referente à realidade. A distinção se torna por vezes complexa. (...) a poesia pode estar presente quer no poema que é feito com um certo número de versos, quer num texto em prosa, este adquirindo a qualidade poema-em-prosa". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já poesia, Assis Brasil define como: "(...) uma manifestação cultural, criativa, expressiva do homem. Não se trata de um ´estado emotivo`, do deslumbre de um pôr-do-sol ou de uma dor-de-cotovelo; é muito mais do que isso, é uma forma de conhecimento intuitivo, nunca podendo ser confundido o termo poesia com outro correlato: o poema". Daí fica claro que um é o objeto e, o outro, a manifestação. E para não ficar tão simplista, possibilitando maior amplitude, considere-se outras observações, a meu ver, pertinentes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aristóteles, por exemplo, em sua Poética, tratou sobre o assunto:"(...) não é ofício de poeta narrar o que aconteceu; é sim, o de representar o que poderia acontecer, quer dizer: o que é possível segundo a verossimilhança e a necessidade. (...) a poesia é algo de mais filosófico e mais sério do que a história, pois refere aquela principalmente o universal, e essa o particular. (...) Daqui claramente se segue que o poeta deve ser mais fabulador que versificador; porque ele é poeta pela imitação e porque imita ações". Sobre esta visão aristotélica, Ariano Suassuna considerou que a poesia, no sentido grego, significa criação: "(...) como espírito criador que se encontra na raiz de todas as artes. (...) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A poesia seria o espírito criador que se encontra por trás de todas as artes literárias, sejam estas realizadas através da prosa ou do verso". Assim, poesia é "o ritmo e a imagem, principalmente a metáfora". Ampliando mais a discussão, no que concerne ao que pensam determinados poetas do que seja, na verdade, a poesia.Vejamos pois, o que pensa, por exemplo, Maiakovsky: "A poesia começa onde existe uma tendência. (...) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A poesia é uma indústria: das mais difíceis e das mais complicadas, mas, apesar disso, uma indústria. Aprender o ofício de poeta não é aprender o modo de preparar um tipo definido e limitado de obras poéticas, mas sim, o estudo dos meios de todo o trabalho poético, o estudo das práticas dessa indústria que ajudam a criar outros. (...) O trabalho do poeta deve ser quotidiano, a fim de melhorar a técnica, e acumular reservas poéticas". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eliot, por outro lado, defende que: "(...) A poesia pode ter um significado social deliberado e consciente. (...) Podemos observar que a poesia difere de qualquer outra arte por ter para o povo da mesma raça e língua do poeta um valor que não tem para os outros. (...) nenhuma arte é mais obstinadamente nacional do que a poesia (...) a poesia que é o veículo do sentimento". E arremata: "&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A poesia é uma constante lembrança de todas as coisas que só podem ser ditas em uma língua, e que são intraduzíveis". E como tarefa de poeta, Eliot defende que primordialmente e sempre se leve a efeito uma revolução na linguagem, articulada com musicalidade de imagens e de sons. Pound, entretanto, acrescenta: "&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cada homem é o seu próprio poeta", defendendo que ninguém será um poeta escrevendo hoje com um jeito de anos atrás e que a linguagem deve ser usada com eficiência. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma série de outras questões podem e devem ser abordadas, ficando, portanto, para a próxima oportunidade, uma maior observação a respeito do tema poesia. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-371718183329796459?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/371718183329796459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=371718183329796459' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/371718183329796459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/371718183329796459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2009/11/poema.html' title='POEMA'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-6592088374751223473</id><published>2009-11-28T06:48:00.000-08:00</published><updated>2009-11-28T06:49:20.142-08:00</updated><title type='text'>O Editorial</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O editorial é um tipo de texto utilizado na imprensa, especialmente em jornais e revistas, que tem por &lt;a style="BORDER-BOTTOM: 1px dotted; COLOR: #006600; CURSOR: hand; TEXT-DECORATION: underline" oncontextmenu="return false;" onmouseover="hw2387896(event, this, 'undefined'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe('HOTWordsTitle'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " onclick="hwClick2387896(undefined);return false;" href="http://www.brasilescola.com/redacao/o-editorial.htm#"&gt;objetivo&lt;/a&gt; informar, mas sem obrigação de ser neutro, indiferente. É comum se ter uma seção chamada Editorial na mídia impressa. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então, a objetividade e imparcialidade não são características dessa tipologia textual, uma vez que o &lt;a style="BORDER-BOTTOM: 1px dotted; COLOR: #006600; CURSOR: hand; TEXT-DECORATION: underline" oncontextmenu="return false;" onmouseover="hw1387896(event, this, 'undefined'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe('HOTWordsTitle'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " onclick="hwClick1387896(undefined);return false;" href="http://www.brasilescola.com/redacao/o-editorial.htm#"&gt;redator&lt;/a&gt; dispõe da opinião do jornal sobre o assunto narrado. Logo, os acontecimentos são relatados sob a subjetividade do repórter, de modo que evidencie a posição da mídia, ou seja, do grupo que está por trás do canal de comunicação, uma vez que os editoriais não são assinados por ninguém. Assim, podemos dizer que o editorial é um texto mais opinativo do que informativo. O editorial possui um fato e uma opinião. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O fato informa o que aconteceu e a opinião transmite a interpretação do que aconteceu. Pelas características apontadas acima, podemos dizer que o editorial é um texto: dissertativo, pois desenvolve argumentos baseados em uma ideia central; crítico, já que expõe um ponto de vista; informativo, porque relata um acontecimento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O jornal que apresenta matérias excessivamente críticas e opinativas e que não possui um ambiente separado para editoriais é considerado “de opinião”! Contudo, contrariando o fato do editorial levar em consideração a opinião do jornal como um todo, muitos editoriais de revista mostram apreciações feitas por &lt;a style="BORDER-BOTTOM: 1px dotted; COLOR: #006600; CURSOR: hand; TEXT-DECORATION: underline" oncontextmenu="return false;" onmouseover="hw0387896(event, this, 'undefined'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" onmouseout="hideMaybe('HOTWordsTitle'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " onclick="hwClick0387896(undefined);return false;" href="http://www.brasilescola.com/redacao/o-editorial.htm#"&gt;autores&lt;/a&gt; que assinam o texto e muitas vezes até mostram o rosto em uma foto! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-6592088374751223473?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/6592088374751223473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=6592088374751223473' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/6592088374751223473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/6592088374751223473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2009/11/o-editorial.html' title='O Editorial'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-174413085279866518</id><published>2009-11-28T06:45:00.000-08:00</published><updated>2009-11-28T06:47:03.750-08:00</updated><title type='text'>Artigo de opinião</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Artigo de opinião&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É comum encontrarmos circulando no rádio, na TV, nas revistas, nos jornais, temas polêmicos que exigem uma posição por parte dos ouvintes, espectadores e leitores, por isso o autor geralmente apresenta seu ponto de vista sobre o tema em questão através do artigo de opinião.             É importante estar preparado para produzir este tipo de texto, pois em algum momento e/ou circunstância poderá surgir oportunidades ou necessidades de expor idéias pessoais através da escrita.             &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos gêneros argumentativos em geral, o autor tem a intenção de convencer seus interlocutores e para isso precisa apresentar bons argumentos, que consistem em verdades e opiniões coerentes.            &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O artigo de opinião é fundamentado em impressões pessoais do autor do texto e, por isso, são fáceis de contestar.             &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A partir da leitura de diferentes textos, o escritor poderá conhecer vários pontos de vista sobre um determinado assunto.             &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim, para produzir um bom artigo de opinião é aconselhável seguir algumas orientações. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Observe: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;a) Após a leitura de vários pontos de vista, anote num papel os argumentos que achou melhor, eles podem ser úteis para fundamentar o ponto de vista que você irá desenvolver. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;b) Ao compor seu texto, leve em consideração o interlocutor: quem irá ler sua produção. A linguagem deve ser adequada ao gênero e ao perfil do público leitor. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;c) Escolha os argumentos, entre os que anotou, que podem fundamentar a idéia principal do texto de modo mais consciente e desenvolva-os. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;d) Pense num enunciado capaz de expressar a idéia principal que pretende defender. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;e) Pense na melhor forma possível de concluir seu texto: retome o que foi exposto, confirme a idéia principal,  faça uma citação de algum escritor ou alguém importante na área relativa ao tema debatido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;f) Crie um título que desperte o interesse e a curiosidade do leitor. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;g) Formate seu texto em colunas e coloque entre elas uma chamada (um importante e pequeno trecho do seu texto) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;h) Após o término, releia seu texto observando se nele você se posiciona claramente sobre o tema; se a idéia é fundamentada em argumentos fortes e se estão bem desenvolvidos; se a linguagem está adequada ao gênero; se o texto apresenta título e se é convidativo e por fim observe se o texto como um todo é persuasivo. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-174413085279866518?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/174413085279866518/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=174413085279866518' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/174413085279866518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/174413085279866518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2009/11/artigo-de-opiniao.html' title='Artigo de opinião'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-9075602250161009536</id><published>2009-11-28T06:31:00.000-08:00</published><updated>2009-11-28T06:38:37.423-08:00</updated><title type='text'>CRÔNICA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Olá, meus queridos do Português Comentado, a pedido da aluna &lt;strong&gt;Maria Liliana Alves Paiva&lt;/strong&gt;, vou postar sobre redação. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eis o pedido dela: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Olá Professor! Por acaso o Senhor tem algum material sobre &lt;strong&gt;crônica narrativa, editorial, artigo e poema?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então vamos aos assuntos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;A CRÔNICA&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(Grego krónos = tempo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vocábulo «crônica» mudou de sentido ao longo dos séculos. A princípio, designava um "relato cronológico dos fatos", isto é, uma lista ou relação de acontecimentos, organizados conforme a seqüência linear do tempo, ou seja, uma narração de episódios históricos. Em termos práticos a crônica se limitava a registrar os eventos, sem aprofundar-lhes as causas ou dar-lhes qualquer interpretação. Dentro dessa característica a crônica atingiu seu ápice após o século XII. Porém, nessa altura a crônica já exigia uma distinção: as que narravam acontecimentos com abundância de pormenores, com a intenção de esclarecer ou interpretar os acontecimentos numa perspectiva individual, recebiam o tradicional nome de «crônica». Em contrapartida, as “crônicas breves”, isto é, as simples e impessoais notações dos acontecimentos históricos, passaram a denominar-se «cronicões».&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A partir do século XIX, com o avanço da imprensa e do jornal, a crônica passa a ostentar estrita personalidade literária. Assim entendida, a crônica teria sido inaugurada pelo francês Jean Lous Geoffroym,  em  1800,  no jornal “Des Débats” na forma de folhetim que, entre nós, apareceu depois de 1836. Não tinha, ainda, as características que tem hoje:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Era um texto mais longo, publicado geralmente aos domingos no rodapé da primeira página do jornal, e seu primeiro objetivo era comentar e passar em revista os principais fatos da semana, fossem eles alegres ou tristes, sérios ou banais, econômicos ou políticos, sociais ou culturais. O resultado, para dar um exemplo, é que num único folhetim podiam estar, lado a lado, notícias sobre a guerra da Criméia, uma apreciação do espetáculo lírico que acabara de estrear, críticas às especulações na Bolsa e a descrição de um baile no Cassino."&lt;br /&gt;(FARIA, João Roberto no prefácio de Crônicas Escolhidas de José de Alencar)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De lá para cá, o prestígio da crônica não tem deixado de crescer, a ponto de haver os que a identificam com a própria Literatura Brasileira ou a consideram nossa exclusividade.&lt;br /&gt;De assunto livre, mas geralmente voltado para os pequenos fatos do cotidiano, a crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser vinculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. De maneira, que ela é feita com uma finalidade pré-estabelecida: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando-se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o lêem. Pelo seu caráter jornalístico a crônica é efêmera e, não raro, sobrevive ao tempo. Por isso, é que, posteriormente, são reunidas em livro. Assim, seu autor dá-lhe um status mais perpétuo, ou mais nobre.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Regra geral, a crônica é um comentário leve e breve sobre algum fato do cotidiano. Seu motivo, na maioria dos casos, é o pequeno acontecimento, isto é, a notícia que ninguém prestou atenção, o acontecimento insignificante, a cena corriqueira, trivialidades. Mas nem só de uma conversa despretensiosa a respeito do dia-a-dia vive a crônica. Com relativa freqüência, ela se aproxima do conto, devido a um tratamento literário mais apurado, principalmente no que tange a linguagem. Tanto é, que, muitas vezes, é difícil estabelecer as diferenças entre o conto e a crônica, pois, nesse caso, dela também participam personagens; o tempo e o espaço estão claramente definidos e um pequeno enredo é desenvolvido. Essa proximidade é que tem levado vários cronistas à prática mais ou menos disfarçada do conto. No entanto, esta diferenciação só é perceptível àquele com leitura contínua de contos e de crônicas. De qualquer maneira, há certa dificuldade de se estabelecer uma fronteira teórica entre ambos. Contudo, podemos enumerar algumas características da crônica que podem ser confrontadas com as do conto:&lt;br /&gt;• Ligada à vida cotidiana. Depoimento pessoal, com estilo e pontos de vista individuais. Narrativa informal, familiar, intimista.&lt;br /&gt;• Uso da oralidade na escrita = linguagem coloquial, às vezes sentimental, ou emotiva, ou ainda, irônica, crítica.&lt;br /&gt;• Sensibilidade no contato com a realidade. Natureza ensaística. Síntese, brevidade, leveza, dose de lirismo.&lt;br /&gt;• Uso do fato como meio ou pretexto para o artista exercer seu estilo e criatividade.&lt;br /&gt;• Diz coisas sérias por meio de uma aparente conversa fiada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;OS VÁRIOS TIPOS DE CRÔNICA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Crônica Lírica ou Poética &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Em uma linguagem poética e metafórica o autor extravasa sua alma lírica diante de episódios sentimentais, nostálgicos ou de simples beleza da vida urbana, significativos para ele. Como, por exemplo, em «Brinquedos Incendiados», de Cecília Meireles. Por vezes, esse tipo de crônica é construído em forma de versos poéticos. Contudo, tem-se observado estar, a crônica lírica ou poética, cada vez mais em desuso, provavelmente devido à violência e a degradação da vida nas grandes cidades brasileiras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Crônica de Humor &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Apresenta uma visão irônica ou cômica dos fatos em forma de um comentário, ou de um relato curto. Como em «Sessão de Hipnotismo», de Fernando Sabino. É uma crônica muito próxima do conto. Procura basicamente o riso, com certo registro irônico dos costumes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Crônica-Ensaio &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ser escrita em linguagem literária; ter um espírito humorístico e valer-se, inclusive, da ficção; este tipo de crônica apresenta uma visão abertamente crítica da realidade cultural e ideológica de sua época, servindo para mostrar o que autor quer ou não quer de seu país. Aproxima-se do ensaio, do qual guarda o aspecto argumentativo. Paulo Francis e Arnaldo Jabor são dois grandes representantes desse tipo de crônica. Como exemplo, cito: Reality Show, de Marcelo Coelho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Crônica Descritiva&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ocorre quando uma crônica explora a caracterização de seres animados e inanimados, num espaço vivo, como numa pintura.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Crônica Narrativa&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tem por base uma história (às vezes, constituída só de diálogos), que pode ser narrada tanto na 1ª quanto na 3ª pessoa do singular. Por essas características, a crônica narrativa se aproxima do conto (por vezes até confundida com ele). É uma crônica comprometida com fatos do cotidiano, isto é, fatos banais, comuns. Não raro, a crônica narrativa explora a caracterização de seres. Quando isso acontece temos a Crônica Narrativo-Descritiva.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Crônica Dissertativa&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Opinião explícita, com argumentos mais “sentimentalistas” do que “racionais” (em vez de “segundo o IBGE a mortalidade infantil aumenta no Brasil”, seria “vejo mais uma vez esses pequenos seres não alimentarem sequer o corpo”). Exposto tanto na 1ª pessoa do singular quanto na do plural.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Crônica Reflexiva&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Reflexões filosóficas sobre vários assuntos. Apresenta uma reflexão de alcance mais geral a partir de um fato particular.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Crônica Metafísica&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Constitui-se de reflexos filosóficos sobre a vida humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada cronista é singular pelo estilo que apresenta. Portanto, a tentativa de classificar a crônica deve ser vista aqui como uma sugestão para você criar seu próprio texto.&lt;br /&gt;A crônica teve um desenvolvimento específico no Brasil, não faltando historiadores literários que lhe atribuem um caráter exclusivamente nacional. Com efeito, a crônica como a entendemos, não é comum na imprensa de outros países. Por isso, entre nós, o prestígio da crônica não tem deixado de crescer. Machado de Assis, Olavo Bilac, Humberto Campos, Raquel de Queirós ou Rachel de Queiroz, Carlos Drummond de Andrade, Rubens Braga, Paulo Mendes, Paulo Francis, Arnaldo Jabor, Érico Veríssimo e tantos outros, cultivaram-na ou cultivam-na com peculiar engenhosidade, criatividade e assiduidade.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-9075602250161009536?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/9075602250161009536/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=9075602250161009536' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/9075602250161009536'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/9075602250161009536'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2009/11/cronica.html' title='CRÔNICA'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-6916211731486686622</id><published>2009-08-20T06:32:00.000-07:00</published><updated>2009-08-20T06:43:54.325-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pronome relativo'/><title type='text'>Resposta à pergunta de alunos.</title><content type='html'>QUAL O ERRO DE REGÊNCIA NO EMPREGO DO PRONOME RELATIVO DA FRASE?&lt;br /&gt;ESTA É UMA HISTÓRIA MUITO SIMPLES &lt;strong&gt;À QUAL&lt;/strong&gt; FALA DO AMOR ENTRE UM AVÔ E UM NETO.?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, caro aluno, neste caso temos um erro básico de regência. É o seguinte: Para que possamos ter preposição antes de pronome relativo, será necessário que o verbo dentro da oração adjetiva peça um complemento preposicionado.&lt;br /&gt;No caso específico, sa dúvida do aluno, o pronome relativo atua como sujeito do verbo falar. Portanto, o sujeito não pode vir atencedido de preposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESTA É UMA HISTÓRIA MUITO SIMPLES.&lt;br /&gt;UMA HISTÓRIA MUITO SIMPLES(= a qual) FALA DO AMOR ENTRE UM AVÔ E UM NETO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, a crase é indevida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou aguardando mais perguntas através do email: &lt;a href="mailto:professornetofontenele@ymail.com"&gt;professornetofontenele@ymail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mais e só alegria!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-6916211731486686622?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/6916211731486686622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=6916211731486686622' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/6916211731486686622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/6916211731486686622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2009/08/resposta-aq-pergunta-de-alunos.html' title='Resposta à pergunta de alunos.'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-2806349940425292859</id><published>2009-08-05T14:35:00.000-07:00</published><updated>2009-08-05T14:42:43.884-07:00</updated><title type='text'>Questões ESAF</title><content type='html'>&lt;a href="http://gramaticais.blogspot.com/2009/04/questoes-da-esaf-parte-3.html"&gt;QUESTÕES da ESAF &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_QiFXrSXguaA/SfZK6uPSr6I/AAAAAAAAADQ/Px4rv1jgfiE/s1600-h/Logotipo+da+ESAF.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Olá, assíduos deste nosso querido BLOG!Sintam-se à vontade...Espero que nossas explicações sejam úteis.Vamos agora a mais análises?Quaisquer dúvidas, enviem emails.À prova!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANALISTA DE FINANÇAS E CONTROLE – ESAF/20081. Assinale a opção em que o trecho do Valor Econômico (15/01/2008 – com adaptações) apresenta erro gramatical.&lt;br /&gt;a) Várias lições foram aprendidas com o apagão de 2001 e não há dúvida de que a situação em que o País se encontra para prevenir e enfrentar a eventual repetição de cortes forçados de energia são muito melhores que as de sete anos atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Há pelo menos dois anos o abastecimento de gás natural deixou de ser confiável, e não será pela proximidade de escassez de energia que o problema mudará de natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) A questão da necessidade de medidas de economia de energia, sejam elas quais forem ― inclusive a que deveria ser item permanente de todos os governos, todos os anos: a racionalização do uso ―, passou a ser encarada pelo governo como um desafio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) O modelo energético atual privilegiou a garantia de fornecimento da energia e a modicidade tarifária para novos empreendimentos. Tem pontos fortes e fracos, como todos os modelos. Ele é estatista e centralizador, sem que, por isso, esteja condenado à ineficiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) Ao contrário, a previsibilidade de todo o sistema é hoje maior, embora isto tampouco seja uma garantia de que as necessidades do futuro serão atendidas por medidas adequadas no presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o planejamento for seguido à risca, a situação da oferta do gás tem condições de melhorar em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMENTÁRIOSQuanto a erros gramaticais, temos que ter, inevitavelmente, alguns conhecimentos acerca de CONCORDÂNCIA, REGÊNCIA, CRASE e PONTUAÇÃO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém indagasse: professor, dentre esses quatro assuntos, qual você acha que é mais comum? Responderia: CONCORDÂNCIA (verbo-nominal).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ITEM A:&lt;br /&gt;Várias lições foram aprendidas com o apagão de 2001 e não há dúvida de que a situação em que o País se encontra para prevenir e enfrentar a eventual repetição de cortes forçados de energia são muito melhores que as de sete anos atrás.&lt;br /&gt;Aqui temos um erro de CONCORDÂNCIA, sim senhor, e de Coesão....a situação em que o País se encontra para prevenir e enfrentar a eventual repetição de cortes forçados de energia são muito melhores...Ora, temos o verbo SER, no caso, flexionado “SÃO”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, “O QUE SÃO MELHORES...?”RESPOSTA: “SITUAÇÃO...” (núcleo do sujeito)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OUTRO ERRO:...a situação em que o País se encontra para prevenir... é muit melhor que as de sete anos atrás...A palavra destacada é um pronome que retoma que nome?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RESPOSTA: "situação"Logo, deveria estar no SINGULAR.CORREÇÃO:...a SITUAÇÃO em que o País se encontra para prevenir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito MELHOR que A (pronome retomando "situação") de sete anos atrás...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. O texto abaixo é adaptado de O Estado de S. Paulo, 12/01/2008. Assinale o trecho que apresenta erro gramatical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Embora tenham registrado o expressivo crescimento de 49,2% em 2007, as vendas de máquinas agrícolas, no total de 38,3 mil unidades, ainda ficaram abaixo do recorde registrado em 2004, de cerca de 43 mil unidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), que reúne também os fabricantes de máquinas agrícolas, acredita que, na próxima safra, a atividade no campo se manterá intensa, com aumento da área plantada e da produção de grãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Prevê que, neste ano, as vendas crescerão cerca de 15% em relação às de 2007, resultado muito bom. As novas estimativas do governo para a próxima safra justificam a previsão dos fabricantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) Se ela se confirmar, as vendas do setor alcançarão, e provavelmente superaram, os níveis de 2002 e 2004, o período de melhor desempenho do setor em toda a história, e ao qual se seguiu uma abrupta queda, parcialmente revertida no ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) Os fabricantes de máquinas agrícolas confessam-se surpreendidos com os resultados de 2007. Esperavam o crescimento das vendas, mas como disse o vice-presidente da Anfavea para a área de máquinas agrícolas, Milton Rego, “o que surpreendeu foi o vigor da recuperação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMENTÁRIOSMais uma vez, na mesma prova, a ESAF cobrou atenção do candidato no que diz respeito a diversos conhecimentos gramaticais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ITEM D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ela se confirmar, as vendas do setor alcançarão, e provavelmente superaram, os níveis de 2002 e 2004, o período de melhor desempenho do setor em toda a história, e ao qual se seguiu uma abrupta queda, parcialmente revertida no ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º ERRO: CONCORDÂNCIATemos aí o verbo CONFIRMAR. Se pensarmos sempre que toda análise em português se inicia com VERBO e SUJEITO, podemos sim ter melhores desempenhos nos concursos.&lt;br /&gt;Logo, houve um erro referente à CONCORDÂNCIA VERBAL, na primeira instância.&lt;br /&gt;“O que vai se CONFIRMAR?”RESPOSTA: ela. Certo...mas “ela” QUEM?! Ora, esse pronome se refere à palavra VENDAS. Então a concordância correta é:Se ELAS não se CONFIRMAREM, AS VENDAS...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º ERRO: EMPREGO DA VÍRGULA...as vendas do setor alcançarão, e provavelmente superaram, os níveis de 2002 e 2004...As vírgulas empregadas nesse segmento são injustificadas.&lt;br /&gt;A primeira separa um verdadeiro processo de coordenação entre o verbo ALCANÇARÃO e “SUPERARAM”. E a segunda separa o verbo “SUPERARAM” de seu COMPLEMENTO (os níveis...).&lt;br /&gt;CORREÇÃO:...as vendas do setor alcançarão e provavelmente superaram os níveis de 2002 e 2004...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3º ERRO: FLEXÃO VERBALA flexão do verbo SUPERAR está incorreta no contexto.&lt;br /&gt;Se com o verbo ALCANÇAR temos a forma no FUTURO, sendo assim teremos também o SUPERAR nesse mesmo tempo.CORREÇÃO:...as vendas do setor ALCANÇARÃO e provavelmente SUPERARÃO os níveis de 2002 e 2004...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. As opções trazem propostas de continuidade ao trecho abaixo, diferentemente redigidas. Assinale a que contém erro de regência e/ou de concordância.Como ninguém quer falar em aumento de impostos, todos se aferram à expressão mágica: reforma tributária. O tema evoca um país moderno, com distribuição mais justa dos valores arrecadados. (Krieger, Gustavo. “Agenda necessária e agenda possível”, Correio Braziliense, 7/1/2008, p. 4)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Bonito na retórica. Quando o assunto chega à mesa de discussões, o clima muda. O governo federal não quer dividir seu caixa. Estados e Municípios sempre querem mais dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) É bonito até chegar à mesa de discussões. Aí ninguém quer perder. Ao contrário: todos lutam para aumentar sua fatia do bolo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Tudo vai bem até o assunto chegar à mesa de discussões. União, Estados e Municípios se digladiam para não perderem nenhuma partezinha do que arrecadam. O que querem mesmo é ganhar mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) Todos concordam até se sentarem na mesa de discussões, quando se inicia os mais acalorados debates. Ninguém quer perder. Estados e Municípios buscam aumentar seu quinhão na nova divisão do dinheiro arrecadado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) Falar em reforma tributária é bonito. O xis da questão é botá-la no papel, quando os interesses da União, Estados e Municípios se chocam na busca de uma fatia maior do bolo para cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMENTÁRIOSNessa questão agora, o enunciado é bem evidente quanto à cobrança do conteúdo:erros relativos ou à CONCORDÂNCIA ou à REGÊNCIA.ITEM DTodos concordam até se sentarem na mesa de discussões, quando se inicia os mais acalorados debates.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º ERRO: REGÊNCIA VERBALO verbo SENTAR exige tanto a preposição EM quanto A.&lt;br /&gt;Isso, porém, resulta em diferença semântica, isto é, sentidos distintos.&lt;br /&gt;A oscilação entre uma e outra preposição referente a um mesmo verbo não é exclusividade do lexema em questão.Temos, por exemplo, o verbo IR, que pode ser construído tanto com a preposição A como PARA, entretanto com mudanças de significado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo:1. Vamos a Curitiba. (a idéia da preposição sugere “momentaneidade”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Vamos para Curitiba (já aqui a idéia incide em “estabilidade”).No caso do verbo SENTAR, temos as possíveis construções com as devidas sugestões:1. Sentamos à mesa. (estar próximo, adjacente)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Sentamos na mesa. (estar em cima)Sendo assim, somente o contexto nos dirá que preposição é mais adequada para determinada situação.Pelo ambiente em que se encontra o verbo SENTAR, a construção mais provável seria com a preposição A, pois é possível a inferência de que, como se trata de uma sessão, as pessoas, no geral, não se sentam “em cima” da mesa de reunião.&lt;br /&gt;2º ERRO: CONCORDÂNCIA VERBAL...quando se inicia os mais acalorados debates.&lt;br /&gt;O verbo INICIAR tem quem como SUJEITO?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se mudássemos a posição dos termos da frase, isto é, colocássemo-la (que palavra heim...hahaha) na ordem direta, teríamos:...quando os mais acalorados debates se INICIA (?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui há, portanto, um erro de concordância verbal, pois o sujeito do verbo INICIAR-SE é OS MAIS ACALORADOS DEBATES, cujo núcleo está no plural (DEBATES).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CORREÇÃO:...quando SE INICIAM os mais acalorados DEBATES (núcleo do sujeito).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-2806349940425292859?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/2806349940425292859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=2806349940425292859' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/2806349940425292859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/2806349940425292859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2009/08/questoes-esaf.html' title='Questões ESAF'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-552724993142024015</id><published>2009-02-10T06:23:00.000-08:00</published><updated>2009-02-10T06:24:45.508-08:00</updated><title type='text'>promoção gramática-últimos dias</title><content type='html'>Caros concurseiros, só estarei recebendo mensagens para a promoção da gramática do Pasquale até sexta-feira(13/02)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-552724993142024015?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/552724993142024015/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=552724993142024015' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/552724993142024015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/552724993142024015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2009/02/promocao-gramatica-ultimos-dias.html' title='promoção gramática-últimos dias'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-950365972846166057</id><published>2009-01-31T10:03:00.000-08:00</published><updated>2009-01-31T13:15:04.054-08:00</updated><title type='text'>Questões de Português -  Vale uma Gramática DO PROFESSOR PASQUALE</title><content type='html'>Caros amigos concurseiros, meus alunos, conforme prometido em sala de aula, estou postando as 4 questões para serem feitas por todos que queiram participar desta promoção. O aluno que primeiro responder as questões ganhará uma &lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;gramática do professor Pasquale - nova edição.(de acordo com o novo acordo ortográfico). &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;O primeiro email que chegar com as respostas corretas vai ganhar a gramática. Vale lembrar que, para evitar o "chute', duas das quatro questões devem ser justificadas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Obs. Não se esqueçam de mencionar no email de onde sou professor de vocês.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;As respostas devem ser enviadas para o email: &lt;a href="mailto:professornetofontenele@ymail.com"&gt;professornetofontenele@ymail.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;As questões são as seguintes:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1. As normas de concordância verbal estão inteiramente respeitadas na frase:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Não basta que se critique as distorções dessa programação, é preciso que se saibam corrigi-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Apenas 8% dos lares brasileiros ainda não conta com um aparelho de TV, a se darem crédito aos dados do Ibope.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) A qualidade dos inúmeros programas de TV destinados às crianças não alcança o nível que seria desejável, na opinião dos que o avaliam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Repercutem mal, junto aos educadores e psicólogos, o fato de que os critérios de avaliação dos programas são estritamente comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Deveriam caber aos estudiosos acadêmicos interferirem mais diretamente na qualidade da produção dos programas infantis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. As normas de concordância verbal estão inteiramente respeitadas na frase:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Não há nenhum absurdo em se aproximar uma olimpíada de uma missão espacial, pois ambas estimulam a pesquisa científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Não houve nenhum, entre os limites já enfrentados, que representassem uma barreira definitiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) A primeira manifestação das competições de que derivam as modernas olimpíadas ocorreram na Grécia antiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Atualmente, contam-se não apenas com os melhores atletas, mas com os mais avançados recursos tecnológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Os desafios que se deve enfrentar a cada olimpíada representa um esforço sempre maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. A concordância está de acordo com a norma padrão, na frase:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Tratam-se de opiniões diversas sobre um e outro campo, que marcaram o desenvolvimento da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) São aspectos – seja da ciência, seja da religião – que ultrapassa nossa possibilidade de compreensão do universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) Há conceitos, derivados diretamente do Evangelho, que podem ser interpretados de maneira que os torne extremamente nocivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Sabe-se que as pessoas temem as descobertas científicas, pois as vê como prejudiciais, muitas vezes, à humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Mesmo os postulados da ciência podem trazer, embutido neles, ensinamentos muito próximos da dúvida e da tolerância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. A concordância deixa de seguir a norma padrão, na frase:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Registram-se, hoje, nas famílias mais pobres, taxas de natalidade maiores que a média brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) O número de pobres cresce mais do que as possibilidades de geração de riqueza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) As condições de pobreza são perpetuadas, num ciclo vicioso, pois não existem postos de trabalho suficientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Muitos empregados foram beneficiados com as mudanças nas relações trabalhistas, melhorando as condições de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Com isso, cresceu as diferenças regionais entre o Sudeste e o Nordeste, região sujeita a um clima inóspito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa sorte a todos os meus queridos alunos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande abraço!! Só alegria!!!!&lt;br /&gt;Prof. Neto Fontenele&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-950365972846166057?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/950365972846166057/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=950365972846166057' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/950365972846166057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/950365972846166057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2009/01/questoes-de-portugues-vale-uma.html' title='Questões de Português -  Vale uma Gramática DO PROFESSOR PASQUALE'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-4606446818502955809</id><published>2009-01-22T07:58:00.000-08:00</published><updated>2009-01-22T08:24:57.154-08:00</updated><title type='text'>VIM ou VIR?</title><content type='html'>Caros amigos concurseiros, estou escrevendo, por solicitação de vocês,  acerca da diferença no uso das formas vir e vim. Espero que esclareça as dúvidas de todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos que esclarecer que podemos usar as duas formas, mas cada uma no seu devido lugar.&lt;br /&gt;- VIM é o pretérito perfeito de "vir" na primeira pessoa do singular:&lt;br /&gt;Exemplos:&lt;br /&gt;Todas as vezes em que vim sem agasalho, fiquei resfriado.&lt;br /&gt;Sempre vim à missa nesta igreja, como sabes.&lt;br /&gt;Nem parece que vim mais tarde – ainda há pouca gente no salão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se meus queridos alunos perceberem, pode-se tirar o sujeito de cada uma das frases acima: Quem veio? R – EU. Portanto, o vim deve ser usado em primeira pessoa do verbo vir no pretérito perfeito do indicativo. Quando houver a dúvida vejam sempre se dá para colocar o eu antes. (Nesse caso não pode aparecer o “quando”, o que caracterizaria o futuro do subjuntivo do verbo ver, que deve ser escrito: quando eu VIR. Veja sobre esse caso no final desse artigo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma vir, por sua vez, pode ser encontrada em algumas ocasiões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. VIR é infinitivo, que pode ser usado de diversas maneiras: junto a outros verbos, em locuções verbais, ou mesmo sozinho em frases como:&lt;br /&gt;a. Vir bem trajado ao trabalho demonstra zelo. = Isso demonstra zelo.&lt;br /&gt;b. Vir de bermudas não é proibido. = Isso não é proibido.&lt;br /&gt;Percebam que nestas frases o verbo VIR está presente em sujeito oracional dos verbos demonstrar (demonstra) e ser (é) respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Usem o infinitivo "vir" (no afirmativo ou negativo) depois de preposição:&lt;br /&gt;Exemplos:&lt;br /&gt;Ele tem a obrigação de vir cedo.&lt;br /&gt;Os sobrinhos têm prazer em vir a nossa casa.&lt;br /&gt;O ministro fez de tudo para vir ao Estado, mas teve que ficar em Brasília no fim de semana por causa de compromissos de última hora.&lt;br /&gt;Sem dúvida, eles têm motivos para não vir aqui.&lt;br /&gt;O Jô disse aos alunos que é para vir à aula amanhã. Mas nada de vir de chinelos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Usem "vir" nas locuções verbais [verbo auxiliar + infinitivo]:&lt;br /&gt;Podem vir!&lt;br /&gt;Exemplos:&lt;br /&gt;Os alunos devem vir uniformizados, alertou a diretora do colégio.&lt;br /&gt;Não sei se os sobrinhos vão vir aqui nas próximas férias.&lt;br /&gt;Os garis têm de/que vir recolher o lixo desta viela todas as noites.&lt;br /&gt;Temos certeza de que agora vocês já sabem vir sozinhos.&lt;br /&gt;Eu vou vir acompanhado, posso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Vir agora é o futuro do subjuntivo do verbo Ver:Vejam o verbo VIR no pretérito perfeito do indicativo: eu vim, vieste, veio, viemos, viestes, vieram, assim o futuro do subjuntivo: quando vier, vieres, vier, viermos, vierdes, vierem.&lt;br /&gt;Verbo VER, pretérito perfeito do indicativo: eu vi, tu viste, ele viu, nós vimos, vós vistes, eles viram. Então, o futuro do subjuntivo do verbo VER nasce do radical de “viste”, “vistes”, ou seja, vi + R (desinência do futuro do subjuntivo): VIR.&lt;br /&gt;Quando eu vir, tu vires, ele vir, nós virmos, vós virdes, eles virem.&lt;br /&gt;Exemplos:&lt;br /&gt;Quando eu vir os resultados, darei minha decisão.&lt;br /&gt;Quando eu vir as roupas, direi se compro.&lt;br /&gt;Quando eu vir meu resultado, ficarei muito feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grandes amigos, espero ter solucionado todas as dúvidas.&lt;br /&gt;Só alegria e sem medo de ser feliz!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor Neto Fontenele&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-4606446818502955809?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/4606446818502955809/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=4606446818502955809' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/4606446818502955809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/4606446818502955809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2009/01/vim-ou-vir.html' title='VIM ou VIR?'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-4921955176575277181</id><published>2009-01-21T05:35:00.000-08:00</published><updated>2009-01-22T04:06:58.072-08:00</updated><title type='text'>DICAS DE ESTUDO DE LÍNGUA PORTUGUESA</title><content type='html'>Olá, meus queridos concurseiros,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venho mais uma vez no meu blog "Português Comentado, para tratar agora de uma pergunta bastante requisitada por meus alunos que é: "-Professor, como faço para aprender Gramática?".&lt;br /&gt;Li um excelente artigo do grande professor Rodrigo Bezerra tratando do mesmo assunto e decidi colocá-lo aqui para que vocês possam apreciar as dicas desse mestre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, quero avisar que não há milagres – ou o "cabra" senta e estuda, ou vai sempre "sofrer" com os assuntos da nossa língua. Sei que cada indivíduo possui facilidade para certas matérias mais do que para outras. Mas não existe conhecimento que não possa ser aprovisionado, apreendido, aprendido, conhecido e dominado. Por isso, se você é daqueles que dizem: "Essa matéria é muito difícil, é cheia de exceções; eu não suporto estudar português!", confesso que a missão será mais difícil. É preciso "quebrar essas barreiras" e partir para a luta. Reconhecer o problema – confesso – já é um passo importante. No mais, é sentar os glúteos e estudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para você que está iniciando os estudos agora, para você que está com o "baú do conhecimento da nossa língua portuguesa" fechado há anos e não tem nem idéia do local onde se encontra a chave, para você que está com sérios problemas em português, sugiro que siga o roteiro abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Inicie seus estudos em morfologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você primeiramente precisa conhecer os aspectos morfológicos de que se revestem os vocábulos da nossa língua. Precisa saber classificá-los adequadamente. Dê especial atenção às seguintes classes na seguinte ordem: substantivo, artigo, adjetivo, pronome, verbo, advérbio, conjunção e preposição.&lt;br /&gt;Lembre-se: você não precisa saber todos os detalhes, todas as minúcias. Ficar decorando todos os femininos e todos os coletivos de nossa língua é, sem dúvida, perda de tempo. Atenha-se às questões mais relevantes. Se precisar, busque o auxílio do seu professor/orientador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente, dê atenção mais que especial para a "morfologia verbal". É um dos assuntos mais cobrados nas provas dos diversos institutos. Fique atento ao emprego dos tempos e dos modos verbais. Ademais, esteja atento aos paradigmas de conjugação de alguns verbos, como os verbos derivados e os defectivos, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta parte da gramática normativa, é importante também que relembre o assunto "Estrutura e formação de palavras". Leia os principais radicais gregos e latinos e seus respectivos significados, mas de forma tranqüila. Sem a preocupação excessiva com a "decoreba". Apenas os leia; certamente seu cérebro aprovisionará os significados essenciais. Não se esqueça de estudar os mecanismos de formação das palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Passe para o estudo da sintaxe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui o seu desafio será maior. Você precisará raciocinar bastante. Boa parte das questões que envolvem gramática normativa sai dessa divisão da gramática. Portanto, estude com afinco esta área.&lt;br /&gt;Inicie seus estudos pelo reconhecimento e classificação do sujeito. Concomitantemente você precisará estudar o assunto "predicação verbal". A seguir você deve estudar os seguintes assuntos ordenadamente (não altere a ordem, pois um é condição para o outro):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Estudo dos complementos verbais (objeto direto e objeto indireto);&lt;br /&gt;b) Conversão de voz ativa em voz passiva e vice-versa;&lt;br /&gt;c) Distinção entre o adjunto adnominal e o complemento nominal;&lt;br /&gt;d) Estudo do verbo "haver";&lt;br /&gt;e) Estudo do período composto: orações coordenadas sindéticas, orações subordinadas adverbiais e adjetivas. Leia a respeito das orações substantivas. Preocupe-se pouco com a nomenclatura (oração subordinada tal ou qual). Saiba, acima de tudo, empregar corretamente os conectivos subordinativos adverbiais e os conectivos coordenativos.&lt;br /&gt;f) Estude a concordância verbal. (Se aqui você tiver dificuldades, sugiro que estude primeiramente o assunto "sintaxe de oração: o sujeito".)&lt;br /&gt;g) Estude a concordância nominal;&lt;br /&gt;h) Estude a regência verbal. Leia sobre a regência nominal. Estude o emprego dos pronomes relativos preposicionados;&lt;br /&gt;i) Estude o emprego do acento grave – a crase, por ser um assunto derivado do assunto "regência".&lt;br /&gt;j) Estude agora a colocação dos pronomes átonos dentro de uma oração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Pontos finais do seu estudo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de passar pela sintaxe, você poderá estudar outros assuntos. Estude a acentuação dos vocábulos e, depois, leia o capítulo sobre "ortografia". Por fim, estude o emprego dos principais sinais de pontuação, notadamente o uso da vírgula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Interpretação de textos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divida o tempo de estudo da gramática normativa com a resolução de questões que envolvam a interpretação de textos. A prática da interpretação ainda é o melhor caminho para se aprofundar a percepção para questões que exijam a compreensão textual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Resolução de provas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao passo que estuda os assuntos, procure resolver exercícios que os abordem. Não importa se você está errando ou acertando (é bom que acerte, é claro). O importante aqui é estar em contato com a prática, com as provas já aplicadas. Procure, sempre que possível, resolver questões do instituto que elaborará o seu certame. É fundamental apreender o estilo da banca. Ficar atento aos assuntos mais cobrados e à forma como tais assuntos são cobrados também é essencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com as dicas de Rodrigo Bezerra nas quais acredito, dá para aprender com entusiasmo o nosso idioma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço e só alegria!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-4921955176575277181?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/4921955176575277181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=4921955176575277181' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/4921955176575277181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/4921955176575277181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2009/01/dicas-de-estudo-de-lngua-portuguesa.html' title='DICAS DE ESTUDO DE LÍNGUA PORTUGUESA'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-1833707026998666001</id><published>2009-01-19T12:58:00.000-08:00</published><updated>2009-01-19T14:19:42.756-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Questões envidas por alunos'/><title type='text'>DÚVIDAS DE MEUS ALUNOS</title><content type='html'>Olá, meus queridos alunos, volto ao blog para resolver algumas questões enviadas por email pelo aluno de Tianguá(um abraço a todos os meus alunos deTianguá) Leandro Damasceno.&lt;br /&gt;O email foi o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor... Por favor explique e resolva essas questões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Da parte do Brasil, a disposição para o diálogo continuava, não eram necessários terceiros presentes na conversa. No trecho acima, &lt;strong&gt;terceiros&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;presentes&lt;/strong&gt; classificam-se, respectivamente, como:&lt;br /&gt;a) numeral e adjunto&lt;br /&gt;b) substantivo e adjetivo&lt;br /&gt;c) adjetivo e substantivo&lt;br /&gt;d) numeral e substantivo&lt;br /&gt;e) adjetivo e adjetivo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.Em não &lt;strong&gt;se&lt;/strong&gt; agride um parceiro, o termo grifado classifica-se como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) partícula apassivadora&lt;br /&gt;b) índice de indeterminação do sujeito&lt;br /&gt;c) pronome refletivo&lt;br /&gt;d) parte integrante do verbo&lt;br /&gt;e) conjunção integrante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.Estão todos os países informados &lt;strong&gt;que&lt;/strong&gt; o Brasil aceita qualquer desaforo e &lt;strong&gt;que&lt;/strong&gt;, além de não reponder, promete ajuda ao país &lt;strong&gt;que&lt;/strong&gt; o ofende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os casos grifados acima da ocorrência da palavra QUE classificam-se,respectivamente,como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A)conjunção integrante-pronome relativo-conjunção integrante&lt;br /&gt;b)pronome relativo-conjunção integrante-conjunção integrante&lt;br /&gt;c)pronome relativo-pronome relativo-conjunção integrante&lt;br /&gt;d)conjunção subordinada final-conjunção subordinada final-pronome relativo&lt;br /&gt;e)conjunção integrante-conjunção integrante-pronome relativo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado!!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos, então aos comentários:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira questão a frase: "Da parte do Brasil, a disposição para o diálogo continuava, não eram necessários &lt;strong&gt;terceiros presentes&lt;/strong&gt; na conversa." está na ordem inversa. Colocando a segunda oração na ordem direta temos: Terceiros presentes na conversa não eram necessários. Percebam que o verbo eram necessários está no plural exatamente para concordar com terceiros, que neste caso é núcleo do sujeito (por esse motivo será classificado como substantivo), percebam também que presentes concorda nominalmente com terceiros sendo, portanto, adjunto adnominal.&lt;br /&gt;Resposta correta letra: B&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda questão temos: não se agride um parceiro. Nesse caso temos um verbo transitivo direto. E, conforme as explanações passadas, pode-se perceber que o "SE" é particula apassivadora. Dá para transformar a oração no seguinte: Um parceiro não é agredido.&lt;br /&gt;Portanto, resposta correta: A.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na terceira, temos: "Estão todos os países informados que o Brasil aceita qualquer desaforo e que, além de não reponder, promete ajuda ao país que o ofende." Podemos perceber que as orações: "...que o Brasil aceita qualquer desaforo e que promete ajuda ao país..." são complementos do verbo informar, portanto são orações subordinadas substantivas. Sabe-se que a palavra &lt;strong&gt;&lt;em&gt;que&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, quando inicia oração subordinada substantiva, é classificada como &lt;strong&gt;conjunção integrante. Já em: "ao país que o ofende" esse que pode ser facilmente transformado em &lt;em&gt;o qual&lt;/em&gt;, fazendo retomada anafórica da palavra país. Neste caso, temos um pronome relativo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Portanto, resposta correta: E.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha uma quarta questão que prometo analisar em breve. Grandes concurseiros, até a próxima. Se tiverem mais dúvidas, é só mandar que comento aos poucos. Grande abraço e SÓ ALEGRIA!!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-1833707026998666001?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/1833707026998666001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=1833707026998666001' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/1833707026998666001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/1833707026998666001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2009/01/dvidas-de-meus-alunos.html' title='DÚVIDAS DE MEUS ALUNOS'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-8246449559401381108</id><published>2008-12-19T13:25:00.000-08:00</published><updated>2008-12-19T13:32:06.829-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Caros amigos concurseiros, vamos falar um pouco de redação, mais propriamente dos termos que causam referência textual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As referências textuais podem ser:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Referências Endofóricas(Referências que estão dentro do texto)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O referente encontra-se no texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências textuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anáfora ( fazer referência a algo que já fora dito)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Catáfora (fazer referência a algo que ainda se vai dizer)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Referências Exofóricas(Referências que estão forado texto)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O referente encontra-se fora do texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências situacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. &lt;strong&gt;Você&lt;/strong&gt; não se arrependerá de ter lido este texto. ( Referência exofórica)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Paulo e Michele são ótimos alunos. &lt;strong&gt;Eles&lt;/strong&gt; estudam todos os dias a matéria. (Referência anafórica)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Realizara todos os seus sonhos, menos &lt;strong&gt;este&lt;/strong&gt;: o de entrar para as forças armadas. (Referência catafórica)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. &lt;strong&gt;Tudo&lt;/strong&gt; aconteceu &lt;strong&gt;numa terra distante&lt;/strong&gt; ... (Referência catafórica)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. O professor explicou a matéria, depois &lt;strong&gt;ele&lt;/strong&gt; passou exercícios. (Referência anafórica)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Um &lt;strong&gt;tema&lt;/strong&gt; interessante para a redação é &lt;strong&gt;a questão do desarmamento civil.&lt;/strong&gt; (Referência catafórica)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. De repente um desconhecido surgiu no corredor. &lt;strong&gt;O desconhecido&lt;/strong&gt; cumprimentou-me e entrou no elevador. (Referência anafórica)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande abraço e até a próxima!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-8246449559401381108?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/8246449559401381108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=8246449559401381108' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/8246449559401381108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/8246449559401381108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2008/12/caros-amigos-concurseiros-vamos-falar.html' title=''/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-6973428210194769337</id><published>2008-10-21T09:07:00.000-07:00</published><updated>2008-10-21T09:25:37.837-07:00</updated><title type='text'>Funções do SE - Parte II</title><content type='html'>Caros amigos, vou hoje completar o assunto sobre o SE. Além daquelas funções ditas anteriormente, temos mais algumas que irei apresentar agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Conjunção subordinativa Integrante ou Simplesmente Conjunção Integrante.&lt;br /&gt;Neste caso deve iniciar orações subordinadas substantivas ( subjetiva, objetiva direta, etc.). &lt;br /&gt;Ex.: Ninguém sabe &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;se ele passou no concurso&lt;/span&gt;. (Or. subord. subst. O.D.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Conjunção subordinativa condicional&lt;br /&gt;Neste caso introduz as orações subordinadas adverbiais condicionais. Essas orações exprimem a condição necessária para que se realize ou deixe de se realizar o fato expresso na oração principal. Essa relação também se pode dar em um sentido hipotético.&lt;br /&gt;Ex1: &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Se não estudar muito&lt;/span&gt;, ficará reprovado.&lt;br /&gt;Ex2: O livro será devolvido &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;se você desejar&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que, se você estudar bem este assunto, levará muita vantagem em relação a seus concorrentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na próxima postagem, vou trazer alguns exercícios de concurso envolvendo este assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande abraço!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só alegria!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se de cavar o poço bem antes de sentir sede.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-6973428210194769337?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/6973428210194769337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=6973428210194769337' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/6973428210194769337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/6973428210194769337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2008/10/funes-do-se-parte-ii.html' title='Funções do SE - Parte II'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-7420570572090237513</id><published>2008-10-20T18:23:00.000-07:00</published><updated>2008-10-22T02:26:21.143-07:00</updated><title type='text'>Funções da palavra "SE"</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Caros amigos concurseiros, avante venceremos! O comentário de hoje é sobre as funções da palavra "SE", assunto muitas vezes exigido em concursos públicos de todos os níveis, já que influencia, por muitas vezes, a concordância verbal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou elaborar uma espécie de passo-a-passo para que você possa entender melhor o assunto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) O SE é equivalente a &lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;a si mesmo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;?&lt;br /&gt;Caso seja verdadeira a resposta, o se é classificado como pronome pessoal reflexivo.&lt;br /&gt;Ex.: Ao pular o muro, Larisse machucou-se. (= machucou a si mesma)&lt;br /&gt;Caso seja falsa a resposta, faça a 2ª pergunta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) O SE é equivalente a &lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;um ao outro&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Caso seja verdadeira a resposta, o se é classificado como pronome pessoal reflexivo recíproco.&lt;br /&gt;Ex.: Larisse e Laiz amam-se. (= amam uma a outra).&lt;br /&gt;Caso seja falsa a resposta, faça a 3ª pergunta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Qual o &lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;&lt;strong&gt;tipo de verbo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; o SE acompanha?&lt;br /&gt;Se a resposta for VTD ou VTDI, o se será &lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;&lt;strong&gt;partícula apassivadora&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Ex. 1: (VTD): Fazem-se &lt;em&gt;belas provas&lt;/em&gt;. (= Belas provas são feitas)&lt;br /&gt;Ex. 2: (VTDI): Deram-se &lt;em&gt;prêmios&lt;/em&gt; aos funcionários. (= Prêmios são dados aos funcionários.)&lt;br /&gt;Obs. Nesses casos, como se pôde perceber, os verbos concordam normalmente com o sujeito paciente, belas provas e prêmios, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a resposta for VTI, VI, VL, VTD(preposicionado), o se será &lt;strong&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;índice de indeterminação do sujeito&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Ex. 1: (VTI): &lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;Precisa&lt;/span&gt;-se de muitos livros.&lt;br /&gt;Ex. 2: (VI): &lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;Vive&lt;/span&gt;-se bem em Fortaleza.&lt;br /&gt;Ex. 3: (VL): Aqui se &lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;é&lt;/span&gt; feliz.&lt;br /&gt;Ex. 4: (VTD(prep)): &lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;Ama&lt;/span&gt;-se &lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;a&lt;/span&gt; Deus.&lt;br /&gt;Obs. Nos quatro exemplos dados, verifica-se que o verbo ficará na 3ª pessoa do singular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras funções do "SE"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Parte Integrante do Verbo&lt;br /&gt;Ex.: Queixei-me do barulho ao fiscal de prova. Percebam que não existe o verbo "queixar", e sim o verbo "queixar-se"; o pronome faz parte do verbo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Partícula expletiva (ou de realce):&lt;br /&gt;Ex.: Murcham-se as flores. Percebam que, neste caso, o verbo será intransitivo, com sujeito claro ou oculto. Pode-se simplesmente retirar o "SE": As flores murcham.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Sujeito acusativo:&lt;br /&gt;Ex.: Elas deixaram-se ficar deitadas. Percebam que, neste caso, o aluno deve saber o seguinte: Os verbos causativos (mandar, deixar, fazer) e os verbos sensitivos (sentir, ouvir e ver) seguidos de outro verbo no infinitivo e acompanhados de um pronome oblíquo átono, estes pronomes serão sujeito do verbo no infinitivo. No exemplo dado o "se" será sujeito de ficar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pronto, meus guerreiros, espero tê-los ajudado nesta caminhada de sucesso.&lt;br /&gt;Despeço-me, desejando a todos&lt;br /&gt;Só alegria!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof. Neto Fontenele&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Aquele que pergunta, pode ser um tolo por cinco minutos. Aquele que deixa de perguntar, será um tolo para o resto da vida."&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-7420570572090237513?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/7420570572090237513/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=7420570572090237513' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/7420570572090237513'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/7420570572090237513'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2008/10/funes-da-palavra-se.html' title='Funções da palavra &quot;SE&quot;'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-696479270279303784.post-3990447850029238716</id><published>2008-09-12T15:11:00.000-07:00</published><updated>2008-09-12T15:22:13.145-07:00</updated><title type='text'>prova PRF</title><content type='html'>&lt;a href="http://100bananas.blogspot.com/2007/10/concurso-da-prf-redao-e-software-livre.html" target="_blank" rel="nofollow"&gt;Concurso da PRF: Redação e software livre são os novos desafios&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renato FreireDo CorreioWeb&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Escrever é o verbo a ser conjugado, e principalmente praticado, pelos candidatos às vagas do concurso da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Se não houve prova de redação na disputa anterior, realizada em 2003, é preciso ser bom de escrita para sobreviver à atual seleção e aumentar as chances de embarque para os estados do Mato Grosso e Pará, onde os aprovados vão trabalhar. A nota da redação corresponde a 20% da primeira fase.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“É a redação que vai bater o martelo. Os holofotes estão voltados pra ela”, afirma Jonas Rodrigo Gonçalves, professor de português do Obcursos, Objetivo Concursos e Instituto Processus. Segundo Neemias de Carvalho, coordenador de ensino da PRF, a redação vai poupar esforços dos professores do curso de formação profissional. “A gente praticamente tinha que ensinar o policial a escrever”, afirma.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O edital não especifica tema ou tipo de texto que será cobrado do candidato. “Ainda não decidimos se será uma dissertação, um resumo de texto, mas o tema foi definido: segurança pública”, adianta Carvalho. Segundo o coordenador, as informações sobre a redação serão publicadas no mesmo aviso do local das provas, no dia 28 de novembro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De olho em uma vaga, Ester Correia ainda não deu a partida no português. A preparação, por enquanto, se restringe à leitura de jornais e revistas pela internet. “Pretendo começar o estudo da língua nesta semana. Esses 20 pontos nos obrigam a saber escrever. Vou aumentar a carga de leitura e praticar redações”, planeja. O professor Gonçalves alerta: é preciso estar com a língua afiada para se dar bem. “Além da gramática, serão avaliadas a estrutura do texto , estética, o conteúdo e a estilística, que é o domínio do padrão culto da língua. Os candidatos devem evitar o uso do gerúndio e a repetição de vocábulos”, explica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Informática&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A outra novidade no edital é o conteúdo da prova de conhecimentos de informática. Ao contrário do que ocorre em outros concursos, a PRF inova ao cobrar noções de regulação de software livre, que é o tipo de sistema utilizado pela corporação e outros órgãos do governo federal. “Não há uma linha sobre Windows no edital”, explica Augusto Moura, professor de informática do Objetivo Concursos e do Curso Aprovação. “E como há pouquíssimas questões de outros concursos sobre isso, a saída será baixar na internet os programas exigidos, que são gratuitos, instalá-los no computador e aprender a mexer”, diz.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O exame de capacidade física também sofreu alterações. Os exercícios abdominais foram substituídos por um teste de 50 metros de nado livre e outro de saltos horizontais. Ciente das mudanças, Oneilson Medeiros, de 36 anos, prefere aguardar as provas escritas. “Os livros, por enquanto, são a minha prioridade”. Se eu conseguir me classificar, aí começo a praticar. Por enquanto, vou continuar somente com meu futebol nos finais de semana”, diz o assistente de operações. A avaliação física contém ainda exercícios em uma barra fixa e corrida de 12 minutos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/696479270279303784-3990447850029238716?l=professornetofontenele.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/feeds/3990447850029238716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=696479270279303784&amp;postID=3990447850029238716' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/3990447850029238716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/696479270279303784/posts/default/3990447850029238716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://professornetofontenele.blogspot.com/2008/09/prova-prf.html' title='prova PRF'/><author><name>prof. Neto Fontenele</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05293264757073462280</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_SwTuwX_nWMA/SP1QYCyt-yI/AAAAAAAAAAM/wab3bgPLPwo/S220/neto+dando+aula+rs.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
