terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

120 a 161: comentários questões

COMENTÁRIOS questões de 120 a 161.

120) Letra B
Questão difícil de flexão nominal. O gabarito é a letra b porque a palavra projetil (sem acento) só pode ter como plural projetis. O candidato costuma ler projétil, associando então com projéteis.

121) Letra D
A palavra paul é oxítona terminada em u. Seu plural se faz trocando o l por is: pauis (leia: pa-úis). Caráter é uma das palavras cuja sílaba tônica avança no plural: caracteres.

122) Letra C
Não há o que comentar. É necessário conhecer o gênero das palavras. Decore.

123) Letra A
Idem ao anterior.

124) Letra D
Questão de pronúncia. Algumas soam de maneira diferente. É necessário decorá-las.

125) Letra A
Maria, na opção a, não está sendo comparada com ninguém. Ela está colocada em destaque em relação ao grupo. Observe que é a mais bonita, e não mais bonita que, quando então teríamos o grau comparativo.

126) Letra D
A palavra magérrimo não existe na língua culta. O correto é macérrimo.

127) Letra A
O plural de cidadão é apenas cidadãos. Luso-brasileiro é palavra formada por dois adjetivos, devendo o segundo ser flexionado: luso-brasileiros. Capelão tem apenas um plural: capelães. Surdo-mudo é a exceção da regra comentada para luso-brasileiro. O correto é surdos-mudos. Cirurgião admite dois plurais: cirurgiões e cirurgiães. Semvergonha é invariável.

128) Letra C
A palavra quinta-feira é formada de um numeral e um substantivo. Nesse caso, os dois elementos variam: quintas-feiras.

129) Letra D
Quando a palavra guarda é seguida de adjetivo, é substantivo, e os dois elementos vão ao plural: guardas-florestais. A palavra meio-fio é constituída de um numeral e um substantivo. Nesse caso, os dois elementos vão ao plural: meios-fios.

130) Letra B
O feminino de bispo é episcopisa. Cuidado com o feminino de elefante. Elefoa é errado. Diga sempre elefanta.

131) Letra D
Freira é feminino de frade. Sóror é que é o feminino de frei. Temos ainda como formas correras: judia e sultana.

132) Letra B
São comuns de dois gêneros (aceitam os dois artigos): colega, gerente, artista,
selvagem, mártir e patriota. São sobrecomuns (só aceitam um artigo): criança,
testemunha e cônjuge. São epicenos (um só artigo, para animais): onça, jacaré e polvo.

133) Letra A
Ilusão faz ilusões. Cirurgião também, embora admita, como já vimos na questão 127, dois plurais.

134) Letra B
As palavras terminadas em x são invariáveis em número: o tórax → os tórax.

135) Letra A
Diz-se o intérprete, a intérprete. As outras palavras são biformes, ou seja, têm uma forma para o masculino e outra para o feminino.

136) Letra A
A palavra ancião admite as três formas de plural. Corrigindo as outras, temos:
pagãos, cidadãos, capitães e alemães.

137) Letra C
A palavra grama é feminina quando designa o vegetal; é masculina com o sentido de peso, massa. Diga, pois, duzentos gramas, e não duzentas gramas.

138) Letra D
A palavra cônjuge é sobrecomum: só aceita um artigo. O cônjuge é tanto o marido quanto a mulher.

139) Letra D
A palavra viemos é forma do passado. Já que foi usada a palavra agora, o lógico seria dizer vimos, presente do indicativo. Na realidade, o erro é a presença das duas palavras conflitantes. Como as outras estão perfeitas, só podemos assinalar a letra d.

140) Letra D
Corrigindo as outras, temos: contradisser, retivesse e previu. Note que são verbos derivados, que devem seguir os verbos primitivos.

141) Letra D
Corrigindo as outras, temos: repuseram, mantiver, revisse. Intervindo, nessa frase, é o particípio de intervir, derivado de vir. O verbo vir tem uma forma única para gerúndio e particípio: vindo. Da mesma forma, os seus derivados.

142) Letra B
O futuro do pretérito de dizer é diria, dirias, diria etc. Condizer tem de acompanhar: condiria, condirias, condiria etc. Cuidado! Diga: eu já reouve, e não eu já reavi, porque reaver se conjuga pelo verbo haver.

143) Letra A
Polir tem conjugação completa: pulo, pules, pule; pula, pulas, pula etc.

144) Letra B
O certo é intervier (vier → intervier). Na letra c, os verbos estão na 2ª pessoa do singular: apresenta (tu), não te preocupes (tu) e fizeste; da mesma forma, os pronomes: te e tua.

145) Letra C
Futuro do subjuntivo de ver: vir, vires, vir, virmos, virdes, virem.

146) Letra B
Corrigindo as outras, temos: repuser, proveu (é o verbo prover, e não provir) e advier. Quereriam é futuro do pretérito de querer.

147) Letra C
Corrigindo as outras, temos: freado, semeamos, remedeia.

148) Letra B
As formas abulo e adequa não existem na modalidade culta da língua. Se necessário, usa-se um sinônimo. Aleja está errado porque o ditongo do infinitivo (aleijar) não pode ser eliminado; o certo é aleija.

149) Letra D
Corrigindo: caibo, mobília e pules. Pretérito perfeito de requerer: requeri,
requereste, requereu, requeremos, requerestes, requereram.

150) Letra C
O tratamento dispensado é o de terceira pessoa, pois a palavra você está presente.
Assim: aguarde-me (você) e não chore mais (você).

151) Letra A
Questão semelhante à anterior. O tratamento dispensado é o de segunda pessoa, porque está presente o pronome te. Assim, não podendo haver mudança de tratamento, todos os verbos deverão estar nessa pessoa: espera (tu), não fiques (tu) e não converses (tu).

152) Letra C
A frase da alternativa c está correta, mas não corresponde à da voz ativa. Rasgaram, na terceira pessoa do plural, sem o sujeito escrito no texto, é um caso de sujeito indeterminado: alguém rasgou, e não se sabe quem é. Então, não é possível usar o agente da passiva (por eles), pois isso equivale a um acréscimo de informação. Diga-se, para manter o sentido: a revista foi rasgada.

153) Letra C
Na letra c, houve uma inversão de sentido. Tenha atenção com o significado das frases, nas questões de voz verbal. O correto é tal coisa não foi pedida a ti por mim, pois quem pediu fui eu.

154) Letra C
Contrapor é derivado de pôr: tem de seguir a conjugação deste.. Corrija-se para contrapuser.

155) Letra B
A palavra se me diz que o tratamento é de terceira pessoa (você). Portanto, temos: não se precipite (você), pese (você) e pronunciar (você pronunciar).

156) Letra B
O verbo pôr é irregular. Seu futuro do subjuntivo é: puser, puseres, puser, pusermos, puserdes, puserem.

157) Letra C
O verbo advir é derivado de vir, devendo seguir a conjugação deste. Na opção c, o verbo vir daria viesse. Dessa forma, seus derivados o acompanham: adviesse, conviesse proviesse, interviesse etc.

158) Letra E
Os verbos terminados em ear apresentam o ditongo ei nas formas risotônicas.
Corrigindo, temos, na opção e, refreia.

159) Letra B
A primeira pessoa do plural é nós; a terceira, eles. Assim, inicialmente, a questão pede o verbo vir nessas pessoas do presente do indicativo. Vamos conjugá-lo: venho, vens, vem, vimos, vindes, vêm. Já temos, então, as palavras vimos e vêm. A seguir, pede-se a primeira pessoa do singular (eu) do futuro do subjuntivo do mesmo verbo.
Vamos conjugá-lo: vier, vieres, vier, viermos, vierdes, vierem. Já temos a última palavra solicitada: vier. Pela ordem: vimos, vêm e vier.

160) Letra C
Estavam encaminhando tem dois verbos: estavam e caminhando. Ao passar para a passiva, aparece o verbo ser, criando-se a voz passiva composta: estavam sendo encaminhados.

161) Letra B
O verbo intervir é excessivamente cobrado em provas. Conjuga-se como vir. Por isso, na opção b, deve-se dizer intervieram (vieram → intervieram).

95 a 119: Comentário das questões

95 a 119: comentário questões apostila

95) Letra D
Os substantivos são homens, noite e fazenda. Qualificando-os, aparecem os
adjetivos assustados, trêmulos, fria e abandonada. O que leva a resposta para a letra d é a presença de dois pronomes: vários e aquela (na contração naquela)

96) Letra C
A palavra isso não acompanha substantivo na frase. Portanto, é um pronome substantivo demonstrativo.

97) Letra C
O artigo é uma classe que sempre acompanha substantivo. Na opção c, a palavra a está diante do pronome relativo que. Significa aquela, classificando-se, então, como pronome demonstrativo. Note que o substantivo está oculto: a redação que eu fiz, a comida que eu fiz. O mesmo ocorre na opção d, que também apresenta um pronome demonstrativo.

98) Letra A
A frase que poderia dar algum problema é a de número 4. Temos aí uma interrogação indireta. Retirando o “não sei”, encontramos uma pergunta: “quem gritou?” Sempre que isso ocorre, o quem é pronome interrogativo.

99) Letra C
Nunca e jamais são advérbios de tempo, e não de negação. Têm valor negativo, o que não nos autoriza a considerá-los de negação. Ninguém também é negativo e nem sequer é advérbio. Bem equivale a muito e modifica um adjetivo.

100) Letra B
A palavra mesmo confirma a ação verbal e equivale a realmente. Sempre que isso ocorre, classifica-se como advérbio de afirmação. Na letra c, a palavra mais pode enganar. Ela não indica intensidade, como às vezes acontece. Ela equivale a já ou jamais: já não pedirei, não pedirei jamais.

101) Letra A
Um equivale a algum: não pode ser numeral. O está diante de que e significa
aquilo, portanto é demonstrativo. Nunca é sempre advérbio de tempo. Ele é pronome oblíquo porque funciona como complemento, não como sujeito, situação em que seria pronome reto.

102) Letra C
Cansado é um adjetivo porque é palavra variável. Veja: Maria chegou cansada. Sempre que houver dúvida entre advérbio e adjetivo, flexione a frase. Se a palavra for ao feminino ou ao plural, será adjetivo, e não advérbio.
Ex.: Ele é alto. (ela é alta, eles são altos)
Ele fala alto. (ela fala alto, eles falam alto)
Na primeira frase, alto é adjetivo; na segunda, advérbio de modo.

103) Letra D
Advérbio modifica verbo, adjetivo ou outro advérbio. Se acompanhar substantivo, será pronome adjetivo indefinido. É o que ocorre na opção d, em que mais acompanha o substantivo livros.

104) Letra D
Muito acompanha um substantivo; portanto, trata-se de pronome adjetivo indefinido, e não de advérbio de intensidade. O equivale a isso, e não a ele; dessa forma, é pronome demonstrativo. Mim é sempre pronome oblíquo tônico. Logo indica o momento em que tudo se ajeitará, sendo advérbio de tempo.

105) D
As opções a e b não oferecem problemas. A palavra tanto acompanha o substantivo barulho; não poderia ser advérbio de intensidade, como parece. Quem é pessoa, portanto pronome interrogativo. O advérbio interrogativo indica lugar (onde?), tempo (quando?) etc.

106) Letra B
A palavra onde, na frase, não é advérbio. Ela tem um antecedente (rio) e equivale a no qual. É, pois, um pronome relativo.

107) Letra D
Os substantivos são trabalho, escritório e funcionários. Os adjetivos: interessante, inteligentes e esforçados. O que decide a questão é o fato de muito, acompanhante de um substantivo, ser pronome, e não advérbio. Estude bem isso, que é importante.

108) Letra A
Questão simples, de reconhecimento de advérbios. Bem é advérbio de intensidade porque modifica o adjetivo esforçado, aumentando-lhe o valor. Bem também pode ser advérbio de modo.

109) Letra D
O único pronome que acompanha substantivo é poucas. Os outro são pronomes substantivos.

110) Letra B
As palavras seu, nossa e cada acompanham, respectivamente, os substantivos
amigo, contribuição e pessoa. São, portanto, pronomes adjetivos. Ele substitui um substantivo: é pronome substantivo. Aliás, como vimos, os pessoais nunca são pronomes adjetivos.
111) Letra D
A palavra isso é sempre pronome substantivo demonstrativo. Nunca aparece ligada a substantivo, que é a característica do pronome adjetivo.

112) Letra C
O único pronome pessoal que funciona como sujeito da oração está na opção c. Portanto, ele, nessa frase, é um pronome pessoal reto. Os demais são pronomes pessoais oblíquos.

113) Letra D
Os pronome tu, ela e nós atuam como sujeito de suas orações; são pronomes retos. Vós, precedido de preposição, é complemento do verbo será levado; é um pronome pessoal oblíquo. Não se esqueça de que apenas eu e tu são sempre retos.

114) Letra D
Na alternativa a, que é o problema maior, temos a palavra durante, preposição acidental. Nas alternativas b e c, as preposições são perante e a. Na opção d, não há preposição.

115) Letra B
Questão difícil. A palavra a da primeira opção é artigo definido, pois se liga ao substantivo resposta. Conforme é uma preposição acidental, e não uma conjunção, pois não inicia oração. Ela introduz a locução adverbial de conformidade conforme o pedido, função típica de uma preposição. Entre, na opção c, evidentemente, é verbo. A palavra a, na alternativa d, é pronome demonstrativo, equivalendo a aquela.

116) Letra D
Para ter função adjetiva, a palavra ou expressão tem de acompanhar substantivo. Isso só não ocorre na opção d, pois das mesas se liga a um verbo, afastem.

117) Letra E
Adjetivo é palavra que qualifica substantivo. Isso só ocorre na opção e, em que os adjetivos rápidas e asfixiantes, qualificam o substantivo transformações.

118) Letra C
A palavra o não é artigo, pois não está ligada a um substantivo na frase. É pronome demonstrativo porque equivale a aquele.

119) Letra C
Tanto não pode ser advérbio uma vez que está acompanhando o substantivo tempo; trata-se de um pronome adjetivo indefinido. Azedume, que poderia confundir, é substantivo, podendo ser usado normalmente com artigo: o azedume. A expressão de azedume é locução adjetiva, formada da preposição de e do substantivo azedume. O adjetivo seria azedo.

sábado, 23 de janeiro de 2010

48 a 94

COMENTÁRIOS questões 48 a 94

48) Letra C
A palavra abrupto (e derivadas) engana muita gente. Ab é um prefixo seguido de r. Em tal situação, o comum em português é que haja um hífen (ab-rogar). Sem o hífen, as pessoas passaram a pronunciar a-brup-to, o que leva a erro na divisão silábica. Assim, para ficar com a língua culta, pronuncie e separe ab-rup-to.
49) Letra d
A palavra carnaúba apresenta o hiato a-u. Hiato é a união de duas vogais em sílabas separadas. É só pronunciar calmamente a palavra, que se percebe. Lembra-se da regra de acentuação das letras i e u formando hiatos? É o caso de carnaúba, baú, caímos, Luís etc.
50) Letra B
Em português, não existe vogal seguida de ditongo crescente (ia, ua, io, uo). É o caso de raio, que, na realidade, é vocábulo formado por um ditongo (ai) e uma vogal (o). Sua separação só pode ser rai-o. Da mesma forma, palavras como meio, idéia, vaia, ceia, jóia etc. A palavra piauiense é interessante: é constituída de, respectivamente, vogal, ditongo, vogal, vogal; obviamente, as duas últimas formando um hiato. Ainda aqui cabe dizer que a pronúncia adequada da palavra resolve o problema da divisão de sílabas.
51) Letra A
A palavra coadjuvante é formada pelo hiato o-a e o grupo consonantal impróprio dj, devendo ambos ser separados. Por isso está errada a divisão das palavras amnésia e apto. Separação correta: am-né-sia e ap-to. O problema de superalimentado é que o r do prefixo deve passar para o lado da vogal: su-pe-ra-li-men-ta-do.
52) Letra D
Trata-se de palavras com o prefixo sub. Ele se mantém inteiro, quando seguido de consoante; divide-se, se seguido de vogal. A divisão correta na letra d é su-bi-tem.
53) Letra C
Na letra a, a segunda palavra está mal dividida, pois apresenta um tritongo; divisão correta: i-guais. Na b, também a segunda está errada, pois não há sílaba sem vogal; divisão correta: felds-pa-to. Na d, a terceira palavra está errada, pois seu ditongo foi dividido; divisão correta: a-má-veis.
54) Letra B
As palavras não têm vogal mais ditongo crescente. A divisão correta é pla-téi-a, ou seja, ditongo mais vogal.
55) Letra D
A palavra paisagem tem ditongo, e não hiato. Separação correta: pai-sa-gem.
56) Letra B
As palavras não se separam em função dos elementos mórficos: prefixos sufixos etc. A separação se baseia, antes de tudo, na pronúncia. Assim, o s do prefixo des vai formar sílaba com a vogal seguinte. Separação correta: de-sen-la-ce.
57) Letra C
Corrigindo a separação silábica, temos, pela ordem: a-le-gri-a, sé-rio, bdé-lio.
58) Letra C
Corrigindo, pela ordem: ca-a-tin-ga, re-ló-gio, fac-ção.
59) Letra C
Cuidado especial com palavras que tenham grupos vocálicos no meio. Icosaedro apresenta um hiato (a-e). Nesse tipo de palavra, é possível, embora não adequada, a pronúncia como ditongo. Sempre que a palavra tiver essa oscilação de pronúncia, classifique o grupo como hiato. Por exemplo: cri-an-ça, pi-a-da, ma-go-a-do etc.
60) Letra D
Os prefixos terminados em s ou r têm um tratamento à parte. Essas letras passam para o lado da vogal seguinte; vindo consoante, elas não se separam do grupo. Separação correta: ci-san-di-no.
61) Letra A
Em diâmetro, temos o hiato i-a. Separação correta: di-â-me-tro. O mesmo ocorre em mi-al-gi-a e tri-fo-li-o-se. Veja os comentários da questão 59.
62) Letra A
Corrigindo-se, pela ordem, temos: su-bli-ma-ção (o sub, aqui, não é prefixo), co-elho e ab-ne-ga-do.
63) Letra B
Fazendo a correção, temos, pela ordem: de-sa-pa-re-cer, pa-pa-gai-os e a-mêndoa.

64) Letra D
Corrigindo: disp-néi-a, fór-ceps e pa-péis.
65) Letra B
O s do prefixo trans vai formar sílaba com a vogal seguinte. Correção: tran-ses-paci-al.
66) Letra E
Questão muito fácil. A palavra lei é um monossílabo, possui ditongo, e não hiato. Portanto, não se separa.
67) Letra E
O n do prefixo vai formar sílaba com a vogal seguinte. Correção: i-nes-pe-ra-damen-te.
68) Letra E
Cerebrais tem ditongo no final, e não hiato. Correção: ce-re-brais.
69) Letra B
A letra l é consoante, portanto o sub não se divide. Corrigindo, temos: tran-sa-tlânti-co, prai-a, as-sem-bléi-a e psi-co-lo-gi-a.
70) Letra B
O prefixo pseudo pede hífen antes de h, r, s, vogal. O certo é pseudocientista.
71) Letra D
O prefixo contra pede hífen antes de h, r, s, vogal. O certo é contradança.
72) Letra B
O prefixo extra pede hífen antes de h, r, s, vogal. Por isso a palavra está correta. Corrigindo as demais, temos: semicírculo, ultrademocrático e protoplasma. Obs.: Nas questões 70, 71 e 72, você encontra os onze prefixos que pedem hífen nas mesmas circunstâncias. São do grupo do psicanépius, lembra?
73) Letra D
Os prefixos dessa questão pedem hífen antes de r, s, h. Por isso está errada a letra d. O correto é arquiinimigo.
74) Letra C
Os prefixos terminados em r (super, inter e hiper) pedem hífen antes de h e r. Assim, fica errada a letra c. O certo é supermercado.
75) Letra B
Os prefixos pan, mal e circun pedem hífen antes de vogal e h. Por isso está errada a letra b. Correção: pangermanismo.
76) Letra D
O prefixo inter não pede hífen antes de vogal, mas antes de h e r. Corrigindo as demais, temos: semivogal, antiofídico, ultra-som.
77) Letra A
Os prefixos acentuados pré, pró, pós, além, recém, aquém exigem hífen (veja as poucas exceções, na regra dada); por isso, está correta a letra a. Na letra b, o erro está em bi-secular, pois o prefixo bi não admite o hífen; correção: bissecular. O prefixo ex exige hífen, estando correto ex-diretor; mas sub-solo está errado, porque sub pede hífen apenas antes de r e b; correção: subsolo. Na letra d, o erro está em sob-estar, porque o prefixo sob pede hífen apenas antes de r; correção: sobestar.
78) Letra D
As duas palavras da alternativa a estão corretas. Na b, está errada a primeira, pois micro nunca pede hífen; correção: microcomputador. Na alternativa c, as duas palavras estão corretas. Corrigindo as palavras da opção d, temos pan-americano e infravermelho.
79) Letra B
Infra pede hífen antes de h, r, s, vogal. Corrigindo, temos: infratemporal. Com exceção de algumas poucas palavras, o prefixo bem exige hífen. Veja só: bem-mequer, malmequer.
80) Letra B
Os prefixos soto e sota pedem hífen em qualquer situação. Verifique, na regra, as poucas exceções.
81) Letra C
O correto é meio ambiente. Cuidado, porque muita gente anda por aí escrevendo com hífen.
82) Letra A
Mala-direta tem hífen. Um bom dicionário comprova isso.
83) Letra B
Corrigindo as demais, temos: bom senso, cartão de crédito (cuidado, pois cartãopostal tem hífen) e livre arbítrio.
84) Letra C
O prefixo anti pede hífen antes de h, r, s. Anti-magnético está errado, porque ao prefixo segue um m. Corrija-se para antimagnético.
85) Letra C
Na letra a, outono, a palavra que poderia suscitar dúvida, é nome de uma estação do ano e, por isso mesmo, deve ser grafada com inicial minúscula. Jornal do Brasil é nome de uma empresa, portanto próprio, com iniciais maiúsculas. A palavra rua, na letra c, que é o gabarito, deve ser com maiúscula, porque acompanha o nome do logradouro; o certo é Rua Camerino. Nordeste é com maiúscula, uma vez que se trata de uma região específica.
86) Letra C
Nossa Lisboa é nome de empresa. Páscoa é festa religiosa. Lingüística é nome de uma disciplina. O erro está na opção c, porque dia deve ser grafada com maiúscula. Escreva-se Dia das mães, nome de uma festa, uma comemoração, funcionando como nome próprio.
87) Letra B
Queda da Bastilha é um acontecimento histórico, ligado à Revolução Francesa. O erro está na opção b, pois os nomes dos planetas, das constelações, dos cometas, das galáxias devem ser escritos com maiúscula; são nomes próprios. A festa junina é um tipo de festa, de características próprias, que ocorre em vários dias de junho; não há motivo para usar iniciais maiúsculas. O Guarani é nome de uma obra literária.
88) Letra A
Uma questão diferente. A palavra itu existe como nome comum, da mesma forma que pitu, sagu e anu. O enunciado fala em “poderia ser grafada com inicial maiúscula”. Isso só se enquadra ao vocábulo itu, que pode ser Itu, nome de uma cidade paulista. As outras três são sempre nome comuns.
89) Letra C
As Primaveras é nome de um livro do poeta brasileiro Casimiro de Abreu. Então, o artigo que acompanha o substantivo também deve ser com letra maiúscula.
90) Letra C
Na opção c, a palavra Terra é o nome do planeta, portanto deve ser escrita com inicial maiúscula. Igualmente: Vênus, Mercúrio, Urano, Plutão etc.

91) Letra B
Santa Ceia é nome de uma obra artística. Comissão Parlamentar de Inquérito é nome de um órgão, com funções definidas, que funciona no Congresso Nacional. O vocábulo carnaval é nome de uma festa pagã. O erro está na opção b, porque as palavras que designam os acidentes geográficos, como baía, rio, lagoa etc., são grafadas com inicial minúscula. Corrija-se para rio Amazonas.
92) Letra D
Na alternativa a, o correto é Câmara dos Deputados. Na b, de sul a norte; na c, constelação de Órion. A Academia Brasileira de Letras é uma instituição literária, por isso grafada com as iniciais maiúsculas.
93) Letra A
As fórmulas de tratamento devem ser escritas com iniciais maiúsculas; o correto, na opção a, é Meritíssimo.
94) Letra B
Idade Média é nome de uma era histórica. Mona Lisa é nome de uma obra artística, famoso quadro de Leonardo Da Vinci; é o mesmo que Gioconda. O vocábulo português, na frase, designa o idioma em si, e não a disciplina, que teria letra maiúscula. A palavra Lei não está acompanhada do número, por isso deve ser escrita com inicial minúscula.


COMENTÁRIOS
1) Letra D
As palavras vatapá, jiló e ipê são acentuadas pela regra das oxítonas: a, e, o, em, ens. Gari, sendo oxítona terminada em i, não pode ter acento.

2) Letra D
As palavras neném, através e pajé acentuam-se pela regra das oxítonas. No caso de através, convém lembrar que a letra s não influi na acentuação, quando está unida a uma vogal. Por isso mesmo, após deve ser acentuada: oxítona terminada em o, seguida de s.
3) Letra B
Aqui temos uma questão com verbos que apresentam pronomes átonos enclíticos ou mesoclíticos. Em vencê-la, tira-se o pronome la e aplica-se a regra para a forma verbal, vencê, que é oxítona terminada em e. Em se tratando de mesóclise, consideram-se isoladamente as duas partes do verbo, aplicando-se as regras de acentuação. Dessa forma, a letra b contém erro, pois pedi é oxítona terminada em i, não devendo, pois, ser acentuada. A terminação íamos, proparoxítona, está correta.
4) Letra D
São quatro palavras paroxítonas. Fértil e júri, terminando em l e i, estão de acordo com a regra. Rede tem uma terminação da regra das oxítonas, não devendo ser acentuada. O erro está na palavra ítem, que não pode levar acento gráfico, por ser paroxítona com a terminação em, das oxítonas.
5) Letra C
Na letra c, a palavra látex termina em x, sendo, por isso, acentuada. Cuidado com a pronúncia das palavras! Ela é paroxítona, não a pronuncie “latéx”. As outra palavras, igualmente, pertencem à regra das paroxítonas.
6) Letra B
Pêssego é proparoxítono, não poderia ficar sem acento. Convém lembrar que nome próprio segue rega ortográfica, podendo cair em concursos, como já ocorreu inúmeras vezes; Patrícia é paroxítona terminada em ditongo, daí o acento.
7) Letra C
A palavra mês é um monossílabo tônico terminado em e, seguido de s. As outras palavras são paroxítonas e não estão seguindo a regra.
8) Letra D
Questão muito difícil. Os candidatos costumam achar que o grau de dificuldade está relacionado diretamente com o tamanho da questão, mas isso não é correto. A questão pode ser pequena e difícil. Os erros das questões a, b e c são, respectivamente, patio, virus e benígno. Na letra d, vê é monossílabo tônico terminado em e. Já historia engana o candidato, que tende a ler a palavra como o substantivo história, que teria acento. Porém, trata-se aqui da forma verbal historia, sem acento, do verbo historiar: eu historio, tu historias, ele historia etc.
9) Letra C
As alternativas a e b apresentam ditongos abertos e ditongos fechados. Os ditongos éi, éu e ói devem ser acentuados, sempre que estiverem na sílaba tônica. Por isso, dispnéia e fogaréu estão acentuadas. Ns opções c e d, temos palavras com hiatos. Construírmos está errada pois a letra i só pode ser acentuada se estiver sozinha na sílaba ou formando sílaba com s.
10) Letra B
Os hiatos ôo e êe têm a primeira vogal acentuada, desde que seja tônica. A palavra Lisboa, no entanto, termina em oa. Só há uma palavra em português com oa acentuado: côa, que tem acento diferencial de intensidade. Nas opções c e d, temos a regras dos verbos ter e vir (e derivados); a terceira pessoa do plural do presente do indicativo leva acento agudo: eles obtêm, eles convêm; a terceira pessoa do singular segue a regra geral.
11) Letra B
Regra dos ditongos abertos: geléia e bóia.
12) Letra A
Éter é paroxítona terminada em r. Seu plural, éteres, pertence à regra das proparoxítonas.
13) Letra c
O trema depende da pronúncia. O u tem de ser pronunciado e átono. A questão apresenta palavras de pronúncia duvidosa, que as pessoas costumam errar. Estão incorretas, respectivamente: distingüir, adqüirir, por consegüinte. Corrigindo, teríamos: distinguir, adquirir, por conseguinte. Líqüido pode ou não ter trema.
14) Letra C
A palavra correta é gratuito, sem acento, pois se trata do ditongo ui. Há outras assim na língua. Tome cuidado.
15) Letra D
Questão difícil, porque envolve pronúncia. As palavras cuja sílaba tônica não foi devidamente sublinhada são, pela ordem: zenite (a palavra é zênite), quadrumano (quadrúmano), necropsia (necropsia, si é que é tônico), alcione (alcíone, uma ave).
16) Letra C
Há palavras que podem ter o acento tônico em sílabas diferentes, sem mudança de sentido. Sempre uma fica com acento gráfico, outra não. As que não admitem tal variação prosódica são, pela ordem: álibi, ínterim, sutil (existe sútil, com outro sentido), ruim, índex.
17) Letra C
palavra item não pode ser acentuada porque é uma paroxítona terminada em em, que pertence à regra das oxítonas. Igualmente sem acento o seu plural: itens.
18) Letra C
Está é oxítona terminada em a; já é monossílabo tônico terminado em a.
19) Letra E
Os verbos ter e vir e seus derivados, na terceira pessoa do plural do presente do indicativo, levam cento circunflexo: eles têm, eles detêm, eles vêm, eles advêm.
20) Letra D
As palavras aliás, vocês e propôs são oxítonas terminadas em a, e e o, seguidas de s, que não influi.
21) Letra E
Questão característica da banca da Esaf. Cinco palavras são sublinhadas no texto, para que se aponte a que apresenta erro, neste caso, de acentuação. A palavra provinciana é paroxítona terminada em a. Deriva-se de província, em que vin é sílaba tônica, por isso mesmo acentuada. Mas o vin é átono em provinciana, cuja sílaba tônica é o primeiro a.
22) Letra B
Em cristalizar, utilizar e concretizar temos o sufixo izar, que se escreve com z. Na palavra pesquisar, o s pertence à palavra primitiva, pesquisa. Assim, não se pode escrever pesquizar, pois o izar não poderia ser retirado da palavra.
23) Letra C
O sufixo eza forma substantivos abstratos derivados de adjetivos. Não é o caso de princesa, grafada com s, porque se trata do feminino de príncipe. Da mesma forma, escreve-se duquesa, baronesa etc.
24) Letra D
A palavra exceção deve ser escrita com ç pois se deriva de exceto, que apresenta t no radical. Da mesma forma: opção (de optar), projeção (de projetar) etc.
25) Letra C
Suspensão, escansão e pretensão têm origem em verbos com nd no radical: suspender, escandir e pretender. Já detenção deve ser grafada com ç porque vem do verbo deter, derivado de ter, que exige ç nas derivadas.
26) Letra A
Em português, existem as sílabas iniciais ex e es. A palavra certa é espontâneo.
27) Letra A
A palavra errada é ojerisa, que se grafa com z: ojeriza. Na letra b, temos a regra do sufixo izar, que aparece em todas. Na opção c, a regra do ditongo: depois de ditongo usa-se x, ç e s. Na alternativa d, encontramos palavras derivadas, que mantêm as letras s, j e s de suas primitivas: camisa, loja e lápis.
28) Letra C
Cuidado com a palavra hesitar, que não tem nenhuma relação com êxito. Misto vem de misturar, portanto não pode ser com x, como se vê por aí. A palavra paçoca é com ç.
29) Letra B
Tigela escreve-se com g. Berinjela é nome de alimento, que geralmente se escreve com j; não é uma regra, mas pode ajudar em certas circunstâncias. Atrasado vem de atrás, que é com s. Enxugar tem a sílaba inicial en, que pede x.
30) Letra B
Soçobrar se escreve com ç, e não com ss.
31) Letra B
O verbo paralisar escreve-se com s, pois não possui o sufixo izar. Observe que a terminação não pode ser retirada, porque teríamos paral. Da mesma forma, suas derivadas: paralisação, paralisia etc.
32) Letra B
A palavra reprisar vem de reprise, que é com s.
33) Letra D
Jenipapo grafa-se com j, e não com g. Atente para a palavra rijeza, com o sufixo eza. Ela vem de rijo, adjetivo.
34) Letra A
A palavra lasanha é escrita com s, e não com z. Quanto a guizo, trata-se do substantivo. Existe guiso, com s, flexão de guisar.
35) Letra D
Piche se escreve com ch. Mexilhão é com x por causa da sílaba inicial me. Hachurar é uma palavra pouco usada e está grafada com perfeição. Mecha é uma das exceções da regra do me inicial, que pede x.
36) Letra B
Outra questão sobre as sílabas iniciais ex e es. O correto é explanar, única a ser grafada com x.
37) Letra B
O inverso da questão anterior. O verbo estender se escreve com s. Não custa lembrar que a derivada extensão é com x.
38) Letra D
O emprego de o e u costuma confundir. Procure gravar as palavras deste exercício, está bem? A palavra femoral, embora venha de fêmur, escreve-se com o.
39) Letra C
Agora temos a alternância i / e, igualmente problemática. Também é interessante que você memorize as palavras da questão. O correto é digladiar (di = dois; glad = espada). O verbo significa, originalmente, “lutar com espadas”, ou seja, duas espadas, uma com cada lutador.
40) Letra C
O correto é xingar, com x. Neusa e faisão se escrevem com s por causa dos ditongos eu e ai. Inchação vem de inchar, tendo conservado a vogal temática a; por isso, é com ç.
41) Letra D
A palavra certa é menção, com ç. A palavra assessor (e derivadas: assessorar, assessoria etc.) não pode ser confundida com acessório, com c na segunda sílaba.
42) Letra A
Sucinta não tem o dígrafo sc. Essa palavra vem aparecendo constantemente em concursos públicos. Grave-a logo.
43) Letra A
As palavras derivadas de erva escritas com b recebem o h inicial: herbívoro, herbicida etc. Se o v se mantiver, não aparecerá o h. É o caso de ervanário. Não confunda hindu com indiano, esta sim, sem h.
44) Letra A
Já falamos destas duas palavras: estender e extensão, uma com s, outra com x.
45) Letra D
A palavra artimanha se grafa com i, e não com e. Corrigindo as outras, temos: disenteria, herbívoro (veja os comentários da questão 43), bueiro e irrequieto.
46) Letra D
Outra questão envolvendo o dígrafo sc. A palavra correta é indecente, sem o s.
47) Letra A
As questões de ortografia elaboradas pela Esaf normalmente se baseiam em frases, quase sempre longas. A alternativa a não apresenta erro, sendo o gabarito. Na letra b, o erro está na palavra imprecindível, na qual foi eliminado o s; ela apresenta o dígrafo sc: imprescindível. Na letra c, o erro se encontra na palavra inciente, da qual foi retirado o s; ela também tem o dígrafo sc: insciente. Na letra d, o erro está em flajelado, que se escreve com g: flagelado Na letra e, paralizados está errado: o certo é paralisados; também está errado semi-paralizados. Corrija-se para semiparalisados.

  © Blogger template 'Froggy' by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP